Rock dos Ácaros – Mites’ Rock

13 de outubro de 2013 Comentários desligados

Rock dos Ácaros – Mites’ Rock & Roll

Um dos maiores alérgenos, para quem tem atopias, ou alergias são os ácaros.
Ácaro é a designação comum a algumas espécies de artrópodes da subclasse Acarina, pertencentes à classe dos aracnídeos, subclasse à qual pertencem mais de 30.000 espécies conhecidas, e que vivem em partículas de poeira, habitando carpetes, travesseiros, colchões e sofás.
Para o ácaro provocar uma reação ou crise alérgica, o indivíduo precisa ser sensível aos mesmos, como acontece com os portadores de alergias ou atopias como asma, dermatites, rinite alérgica, etc.
Para evitar ou minorar a possibilidade de crises alérgicas e crises de asma causada por fatores extrínsecos como os ácaros, é importante se preocupar com a higienização de sofás, de colchōes, travesseiros, carpetes, cobertores e outros utensílios que podem acumular poeira, e concomitantemente muitos ácaros!
Afim de ilustrar tanto para adultos e principalmente para as crianças que a prevenção das crises alérgicas passa pelo cuidado da higienização e pela orientação de um médico pneumologista ou alergista veja abaixo o vídeo ” Rock dos ácaros:”

Rock dos ácaros – Mites’ Rock and Roll

A Importância da Nutrição na Cessação do tabagismo em Mulheres

26 de março de 2013 Comentários desligados

Nutrição no tratamento do Tabagismo

Uma Esperança a mais: Nutrição no tratamento do Tabagismo

A Importância da Nutrição na Cessação do tabagismo em Mulheres

                                                                   

                                                                               Márcia M. M. T. LOBO 1

                                                                                                       MARCOS H. S. NASCIMENTO 2                        

1. Nutricionista, Mestranda do Programa de Segurança Alimentar da UFPR – Paraná – Brasil

2. Editor Médico do site Pulmao S.A

 

A estratégia no estímulo do abandono do tabagismo em mulheres deve ser priorizada, frente à crescente exposição ao tabaco associado às campanhas de promoção da indústria tabagista para este grupo populacional.

O tabagismo é a principal causa de morte prevenível no mundo, e é considerada uma patologia com CID (Código Internacional de Doenças) próprio para designá-la, o F17.2. O tabagismo por si, é capaz de gerar outras 50 doenças, sendo o principal responsável por doenças não comunicantes, e provocar 30% de todas as mortes por câncer, entre estes o câncer de pulmão que apresenta relação inequívoca com o tabagismo e é o atual líder de óbitos decorrentes desta patologia tanto em homens quanto em mulheres nos Estados Unido e no Brasil (1) .

Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS),atribuem cerca de 5,4 milhões de óbitos por ano ao tabagismo, sendo o Brasil responsável por 200 mil destes óbitos (2,3).

Embora a prevalência do tabagismo no Brasil venha declinando nos últimos anos (17,5% do total de adultos (acima de 15 anos),sendo 22% do sexo masculino e 13% do sexo feminino) , as capitais das regiões Sul do país têm apresentado alta prevalência de tabagismo entre mulheres sendo 17,5% em Porto Alegre (RS),15,5% em Curitiba (PR) e Florianópolis(SC) 15,3%.Tal fato pode indicar uma necessidade de priorizar a promoção da saúde e do controle do tabagismo focado prioritariamente na mulher (4,5).

O controle e a redução da prevalência do tabagismo são de fundamental importância uma vez que pode proporcionar ganhos tanto em saúde, quanto em recursos financeiros (6). Sobre este contexto, as diretrizes para a cessação do tabagismo, da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT) preconizam que a presença de um nutricionista na equipe multidisciplinar é de grande importância (7).

No que se refere especificamente à mulheres e a sua relação a sua imagem corporal, esta , representa uma questão relevante na vida deste grupo, onde o medo do  ganho de peso corporal representa um dos grandes desestímulos para o abandono do tratamento para a cessação do tabagismo, mesmo que os benefícios para a saúde sejam conhecidos, associado à outros fatores como alívio do estresse e da ansiedade (8).

É crucial, que seja avaliado o hábito alimentar frequente ou adquirido após o referido tratamento, assim como o monitorar o peso corporal, para que sejam estabelecidas condutas que contribuam para o sucesso da cessação do tabagismo, afinal o ganho de peso é citado como a principal razão para a não adesão ao tratamento para parar de fumar, visto que a grande variação no ganho ponderal e seu mecanismo, constitui-se uma das principais causas para o aumento da ingestão calórica e a diminuição da taxa metabólica de repouso (9).

Há evidências que a nicotina promove um aumento no gasto energético. Isto é explicado pelo fato do consumo de um único cigarro induzir a um aumento no gasto energético do organismo da ordem de 3%, em um período de 30 minutos. E, em concomitância promove a diminuição do apetite, ocasionada pela rápida chegada da fumaça da nicotina ao cérebro (cerca de 6 a 10 segundos), permitindo aumento na concentração de alguns neurotransmissores, como a dopamina  e a serotonina,  que são substâncias inibidoras  da ingestão  de  alimentos.  Isto explicaria o fato dos fumantes tenderem a apresentar menor peso corporal quando comparados à não fumantes, instituindo uma crença de que fumar é uma forma eficiente de controlar o peso corporal (10,11) .

 

Portanto para a obtenção de melhores resultados nas políticas de controle do tabagismo, direcionadas à mulheres, dever-se-ia  considerar a influência do controle do peso corporal adequado obrigatoriamente através de uma intervenção nutricional assertiva. Os objetivos desta estratégia é atingir taxas de êxito maiores na cessação do tabagismo, justificando que o controle da ingestão alimentar mais que um adendo ao tratamento, apresenta-se como uma condição “si ne qua non” no processo de tratamento de cessação do tabagismo em mulher.

 
REFERÊNCIAS

 

  1. NASCIMENTO, M.H.S. Doenças Crônicas: Pedágio caro para o Brasil, os USA e o Mundo. Available from: https://pulmaosarss.wordpress.com/2012/03/16/doencas-cronicas pedágio-caro-para-o-brasil-os-usa-e-o-mundo/.Acesso em 12/03/2012.

 

  1. World Health Organization (WHO). The World Health Report 2002: Reducing risks, promoting healthy lifestyles. Geneva: WHO, 2002.

 

  1. Instituto Nacional do Câncer (INCA). Tabagismo no Brasil: Dados e Numéricos. Brasilia: Ministério da Saúde, INCA. Available from: http://www.inca.gov.br/tabagismo/index.as  Acesso em 20/03/2012.

 

  1. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).Global Adult Tobacco Survey(GATS):Brasil,2008.IBGE;2009.

 

  1. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde; Secretaria de Atenção à Saúde. Diretrizes e Recomendações para o Cuidado Integral de Doenças Crônicas Não-Transmissíveis: Promoção da Saúde, Vigilância, Prevenção e Assistência. Brasília,2008.

 

  1. PISINGER, C.; GODTFREDSEN,N.S. Is there a health benefit of reduced tobacco consumption? A systematic review. Nicotine To Res.9(6):631-46, 2007.

 

  1. REICHERT,J.et al ,Diretrizes para cessação do tabagismo, Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT). J Bras Pneumol. 34(10):845-880, 2008.

 

  1. SCARINCI,I.C.et al.Sociocultural factors associated with cigarette smoking among women in Brazilian worksites:a qualitative study.Health Promotion international,v.22,n.2,p.146-154,2007.

 

  1. FILOZOF,C.;FERNANDEZ,P.M.C.;FERNANDEZ,C.A. Smoking cessation and weight gain. Obes Rev,5:95-103, 2004.

 

  1.  CHIOLERO,A., FAETH.D., PACAUD, F., CORNUZ, J. Consequences of smoking for body weight, body fat distribution, and insulin resistance. Am J Clin Nutr ;87:801–9,2008.

The importance of nutrition in smoking cessation in women

26 de março de 2013 Comentários desligados

 

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The importance of nutrition in smoking cessation in women

                                                                  

                                                                                                                     Marcia M.T.LOBO1

                                                                                                                                                        MARCOS HS NASCIMENTO 2

  1. Masters Degree in Nutritional Safety at Federal University of Paraná – UFPR – Brazil
  2. Medical Editor of PULMAOSA Website

The strategy in stimulating smoking cessation in women should be priorized ahead of the growing exposure to tobacco promotional campaigns associated with the tobacco industry for this population group.

Smoking nowadays is the leading cause of preventable death in the world, and is considered a disease with its own ICD (International Classification of Diseases) to designate it: the F17.2. Smoking by itself, is capable of generating 50 other diseases, being the huge star among the non communicating diseases, as it is responsible by 30%  of all cancer deaths, including lung cancer that presents a clear link with smoking and is the current leader of deaths from this disease in both men and women in the United States and  also in Brazil (1).

Data obtained from the World Health Organization (WHO), attributed approximately 5.4 million deaths per year to tobacco, with Brazil accounting for 200,000 of these deaths (2,3).

Although the prevalence of smoking in Brazil have declined over the past years (17.5% of adults (over 15 years), 22% male and 13% female), however, in  the main cities  of the Southern region of the country presented high prevalence of smoking among women, with 17.5% in Porto Alegre (Rio Grande do Sul State); 15.5% in Curitiba (Paraná); and Florianópolis (Santa Catarina) 15.3%. This may indicate a need to prioritize health promotion and tobacco control focuses primarily on women (4.5).

The control and reduction of smoking prevalence are of fundamental importance since it can provide gains in both health and in financial resources (6). About this context, the Brazilian Thorax Society guidelines for smoking cessation (BTS) suggested that the presence of a dietitian in the multidisciplinary team is of great importance (7).

Regarding specifically to women and their body image, this fact represents a significant issue in this group’s behave, where the fear of weight gain is the great factor relationed with  women’s noncompliance about smoking cessation treatment, even when the health benefits are known,  and also combined with other factors such as stress relief and anxiety (8).

It is crucial that the frequent eating habits or acquired ones be rating after such treatment, as well as monitoring body weight, ir order to be establish behaviors that contribute for the  real success of smoking quit process. The weight gain factor is responsible by non-adherence for the treatment to quit tobacco derivatives and cigarettes, just because the large variation in weight gain and its mechanism constitute the major cause for the increased caloric intake and decreased resting metabolic rate (9).

There is evidence that nicotine causes an increase in energy expenditure. This is explained by the fact that consumption of a single cigarette induce about 3% increase in energy expenditure of the organism of in a period of 30 minutes. Concomitantly nicotine promotes an apetite decrease, caused by the rapid arrival of smoke nicotine in the brain (about 6 to 10 seconds). It allows some increase in the concentration of neurotransmitters, such as dopamine and serotonin, which are inhibitors intake food. It would explain the fact that smokers tend to have lower body weight when compared to nonsmokers, instituting a belief that smoking is an efficient way to control body weight (10,11).

Therefore obtain better results in tobacco control policies, aimed at women, duty would consider the influence of body weight control appropriate and compulsory through nutritional intervention assertive. The objectives of this strategy is to achieve higher success rates in smoking cessation, justifying the control of food intake, that more than an addendum to the treatment, it must be presented as a condition “si ne qua non” in the process of smoking cessation treatment for women.

REFERENCES

 

  1. NASCIMENTO, M.H.S. Doenças Crônicas: Pedágio caro para o Brasil, os USA e o Mundo. Available from: https://pulmaosarss.wordpress.com/2012/03/16/doencas-cronicas pedágio-caro-para-o-brasil-os-usa-e-o-mundo/.Acesso em 12/03/2012.

 

  1. World Health Organization (WHO). The World Health Report 2002: Reducing risks, promoting healthy lifestyles. Geneva: WHO, 2002.

 

  1. Instituto Nacional do Câncer (INCA). Tabagismo no Brasil:

Dados e Numéricos. Brasilia: Ministério da Saúde, INCA. Available from: http://www.inca.gov.br/tabagismo/index.as.Acesso em 20/03/2012.

 

  1. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).Global Adult Tobacco Survey(GATS):Brasil,2008.IBGE;2009.

 

  1. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde; Secretaria de Atenção à Saúde. Diretrizes e Recomendações para o Cuidado Integral de Doenças Crônicas Não-Transmissíveis: Promoção da Saúde, Vigilância, Prevenção e Assistência. Brasília,2008.

 

  1. PISINGER, C.; GODTFREDSEN,N.S. Is there a health benefit of reduced tobacco consumption? A systematic review. Nicotine To Res.9(6):631-46, 2007.

 

  1. REICHERT,J.et al ,Diretrizes para cessação do tabagismo, Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT). J Bras Pneumol. 34(10):845-880, 2008.

 

  1. SCARINCI,I.C.et al.Sociocultural factors associated with cigarette smoking among women in Brazilian worksites:a qualitative study.Health Promotion international,v.22,n.2,p.146-154,2007.

 

  1. FILOZOF,C.;FERNANDEZ,P.M.C.;FERNANDEZ,C.A. Smoking cessation and weight gain. Obes Rev,5:95-103, 2004.

 

  1.  CHIOLERO,A., FAETH.D., PACAUD, F., CORNUZ, J. Consequences of smoking for body weight, body fat distribution, and insulin resistance. Am J Clin Nutr ;87:801–9,2008.

Um sopro de esperança para a tuberculose

9 de março de 2013 Comentários desligados

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Esperança para o tratamento da tuberculose

Desde 1970, quando a rifampicina foi introduzida pela primeira vez, ela foi vista como uma grande medida para tratamento da tuberculose, afinal a droga reduziu o tempo de tratamento de 18 meses a 6 meses!
No entanto, observou-se que a dose de 10 mg / kg talvez tenha sido uma escolha arbitrária, possivelmente determinada pelo alto custo da droga à época.
Esta semana, um “abstract” apresentado em uma conferência sobre infecções oportunistas por um grupo de pesquisadores Sul-Africanos sinalizou que doses mais elevadas rifampicina parecem oferecer eficácia e segurança no tratamento da tuberculose (níveis 3 ½ vezes a dose recomendada de 10 mg / kg). Este fato deu um novo sopro de esperança em relação a um tratamento mais cômodo aliado a um menor tempo de tratamento.

Fontes:
Pulmão SA News

2.Boeree M, et al “Paper #148LB: What Is the “right” dose of rifampin?” 20th conference on retroviruses and opportunistic infections” CROI 2013: Abstract 128.

A hope toward tuberculosis treatment

9 de março de 2013 Comentários desligados

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Since 1970 when rifampin was first introduced it was great measure for tuberculosis treatment because the drug reduced the time on treatment from 18 months to 6 months. However the 10 mg/kg dose was an arbitrary choice, probably determined by drug costs.
This week an abstract presented in a conference about opportunistic infections from a South African researcher group signalizes that higher doses rifampin seems safe to treat tuberculosis (levels 3 ½ times the approved 10 mg/kg dose) and gives a suggestion and a hope that we can affect a cure with a shorter duration of treatment.

Sources:

1.@PulmaoSA

2. Boeree M, et al “Paper #148LB: What Is the “right” dose of rifampin?” 20th conference on retroviruses and opportunistic infections” CROI 2013: Abstract 128.

Women who smoke like men die like men who smoke

24 de fevereiro de 2013 Comentários desligados

Last month the New England Journal of Medicine published an editorial calling attention for the profile of smoking’s women in United States. And the conclusion is not other than “women who smoke like men die like men who smoke!”
@PulmaoSA publish the NEJM editorial in the link below:

20130224-032427 PM.jpg
http://www.nejm.org/doi/pdf/10.1056/NEJMe1213751

Sources:
NEJM – All rights reserved
PulmaoSA

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Pare de fumar e diminua as viagens à Lua

18 de fevereiro de 2013 Comentários desligados

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Pare de fumar e diminua as viagens à Lua.

O número de cigarros consumidos por dia no mundo atinge 15 bilhões por dia! Um número tão astronômico, que se colocarmos os cigarros lado a lado, a distância alcançaria o equivalente a 3.2 viagens a Lua!!!
Procure por ajuda profissional médica e pare de fumar. Sempre é tempo para parar de fumar, faça isso pela vida, faça isso por você!
Fontes:
@PulmaoSA

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