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PULMÃO S.A analisa o perfil epidemiológico de óbitos do Estado do Paraná- Brasil a respeito da Gripe A

18 de agosto de 2009

A Secretaria de Estado de Saúde do Estado do Paraná publicou nesta segunda-feira (18/08), o boletim epidemiológico de número 47.

Analisando os dados temos:

Até o dia 16 de agosto 3.967 amostras já haviam sido processadas, sendo que 81,4% pelo Laboratório Central do Estado do Paraná (Lacen).

O Paraná tem 1.833 casos confirmados no Estado, sendo que 107 tiveram complicações e foram à óbito. Outras 2.134 amostras foram negativas para o vírus Influenza A (H1N1).

Curitiba e região metropolitana, que têm 3,3 milhões de habitantes, registram a maioria das ocorrências – 55 mortes. Esses municípios concentram 31,4% da população do estado e 51,4% das mortes pela nova gripe.

As outras regionais de saúde com mais mortes são Foz do Iguaçu (9 mortes) e Cascavel e Maringá (6 mortes cada uma).

A maioria das pessoas que morreram pela gripe no Estado do Paraná era jovem: 54(50,5%), tinham entre 20 e 40 anos; 40(37,4%), estavam entre 41 e 65 anos; 10(9,3%), eram crianças e adolescentes de até 19 anos; e três(2,8%) eram idosas, acima de 66 anos. Eram 55 mulheres e 52 homens. As mortes ocorreram entre os dias 14 de julho e 15 de agosto.

A situação epidemiológica chama a atenção para um leve predomínio de mulheres sobre homens no número de óbitos e em crianças o número perfaz 9,3%, numa situação em as crianças se encontravam em casa.Isso nos preocupa e leva a confirmação do aconselhamento sobre às escolas que deveriam ter adiado a volta das crianças às atividades.Sobretudo, as crianças menores de 10 anos de idade.A PULMÃO S.A ratifica parecer emitido a respeito, aconselhando às Escolas que o retorno deveria ter sido escalonado,voltando primeiro o ensino Superior e médio,depois o fundamental de 5ª a 8ª séries,em seguida 1ª a 4ª séries, e por último, a educação infantil, tendo sido publicado inclusive no nosso Twitter.Recomendamos ainda, que se afaste TODAS as gestantes do trabalho.

Na nossa maneira de avaliar esta epidemia, teria sido mais prudente.

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