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Pneumococo aumenta risco de doenças graves em pacientes com H1N1 -Pneumococcal increases risk of serious disease in patients with H1N1

4 de janeiro de 2010

PULMAOSA NEWS-Pacientes com gripe H1N1, que também tiveram pneumonia  apresentaram 125 vezes mais probabilidade de desenvolver doença fatal, segundo trabalho publicado em conjunto por pesquisadores argentinos e americanos no  jornal  Public Library of Science ONE.

Vírus da Gripe - Flu Virus

A PULMÃO S.A. em diversos artigos alertou a população sobre a possibilidade de associação com o pneumococcus, e aconselhou a cobertura vacinal com a vacina anti pneumocócica Pneumo-23.

A associação entre a doença grave e co-infecção com Streptococcus pneumoniae foi tão forte, especialmente entre aqueles que não estão em grupos de alto risco, que os pesquisadores fazem testes  diagnósticos  em pacientes com gripe para identificar a presença da bactéria em conjunto com a síndrome gripal.

A possibilidade de que  co-infecções bacterianas possam aumentar a morbidade e mortalidade da gripe tem sido uma preocupação desde o início da pandemia de H1N1, impulsionada por resultados de pandemias anteriores de pneumonias bacterianas entre os casos de óbito. O CDC, Centro de controle e Prevenção de Doenças americano, anunciou em setembro e também em novembro, que as infecções bacterianas estavam  tendo um papel importante em casos de gripe graves e fatais, especialmente entre os jovens adultos.
Análise deste trabalho realizado por pesquisadores da Escola Mailman de Saúde na Universidade de Columbia, em Nova York e do Instituto Nacional de Doenças Infecciosas em Buenos Aires, baseia-se  em coleta de swab (amostra de material) da nasofaringe realizada em 199 pacientes com H1N1, que adoeceram no final de junho e início de julho, quando o primeira onda de pandemia atingiu a Argentina.

O estudo foi solicitado pelo reconhecimento de que a taxa de mortalidade da Argentina, ao mesmo tempo foi de 4,5%, anormalmente elevado em comparação com um concorrente Mundial de Saúde estimam Organização de 0,6%.Lembramos que  um paralelo pode ser a feito para explicar as altas taxas de letalidade também registradas nas cidades de Curitiba no Paraná e no estado do Rio Grande do Sul no Brasil,o que levou inicialmente a quebra do protocolo defendido pelo  Ministério da Saúde,num primeiro momento pelo Hospital São Vicente de Paula em Passo Fundo-Rio Grande do Sul , que defendeu o tratamento de todos os pacientes que apresentassem síndrome  gripal com o antiviral Tamiflu.Medida apoiada pela PULMÃO S.A. e denominada por nós como Protocolo de Passo Fundo.

Fontes:

PULMÃO S.A. Sua Atmosfera, Sua Vida®

Palacios G, Hornig M, Cisterna D, et al. 2009 Streptococcus pneumoniae coinfection is correlated with the severity of H1N1 pandemic influenza. PLoS ONE 2009 Dec 31;4(12):e8540
http://www.plosone.org/article/info%3Adoi%2F10.1371%2Fjournal.pone.0008540

ENGLISH VERSION

Pneumococcal increases risk of serious disease in patients with H1N1

PULMAOSA NEWS-Patients with influenza H1N1, which also had pneumonia had 125 times more likely to develop fatal disease, according to a study published jointly by American and Argentine researchers in the journal Public Library of Science ONE.
THE PULMAOSA has done several articles warning the population about the possibility of association with the pneumococcus, and advised the immunization coverage with pneumococcal vaccine Pneumo-23.

The association between illness and co-infection with Streptococcus pneumoniae was so strong, especially among those who are not in high-risk groups, the researchers diagnostic it by tests in patients with influenza to identify the presence of bacteria in conjunction with the syndrome flu.

The possibility that co-infections may increase morbidity and mortality of influenza has been a concern since the beginning of the pandemic of H1N1, driven by results from previous pandemics of bacterial pneumonia among the cases of death. The CDC, Center for Control and Prevention of U.S. A., announced in last September and in November, that bacterial infections were having an important role in cases of severe and fatal influenza, especially among young adults.
Analysis of work done by researchers at the Mailman School of Health at Columbia University in New York and the National Institute of Infectious Diseases in Buenos Aires, is based on the collection swab (sample of) the nasopharynx performed in 199 patients with H1N1 who became ill in late June and early July, when the first wave of a pandemic hit Argentina.
The study was prompted by the recognition that the death rate from Argentina, while it was 4.5%, large in comparison with a competitor of the World Health Organization estimate of 0.6%.  We remember that a parallel can be made to explain the high mortality rates also registered in the cities of Curitiba, in Parana and Rio Grande do Sul state in Brazil, which led initially to break the protocol advocated initially by the Ministry of Health of Brazil, at first by the Hospital São Vicente de Paula in Passo Fundo, Rio Grande do Sul, which defended the treatment of all patients who had flu-like illness with antiviral Tamiflu.The PULMAOSA do supported this protocol which was named by us as the Protocol of Passo Fundo.

Sources:
PULMAO S.A.Lungs, Your atmosphere, Your Life ®

Palacios G, Hornig M, Cisterna D, et al. 2009 Streptococcus pneumoniae coinfection is correlated with the severity of H1N1 pandemic influenza. PLoS ONE 2009 Dec 31;4(12):e8540
http://www.plosone.org/article/info%3Adoi%2F10.1371%2Fjournal.pone.0008540

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