Início > H1N1, Principal > Cobertura vacinal contra o H1N1 no Brasil preocupa- Vaccination coverage against H1N1 in Brazil worries

Cobertura vacinal contra o H1N1 no Brasil preocupa- Vaccination coverage against H1N1 in Brazil worries

21 de abril de 2010

Cobertura vacinal contra o H1N1 no Brasil preocupa

Decorrido mais de um mês após o início da campanha vacinal antiinfluenza A/H1N1 no Brasil, a cobertura vacinal encontra-se abaixo da meta estipulada de atingir 80% da população.

Entre as faixas de grupos de risco, apenas a dos profissionais de saúde e a de crianças entre seis meses e dois anos atingindo 100% e 86% das metas estipuladas.

A cobertura de gestantes, doentes crônicos e dos jovens entre 20 e 29 anos está em 54%, 56,2%, e 41% respectivamente.

Analisando os dados da cobertura vacinal, o Brasil encontra-se com 51,5%.

Na análise da cobertura por regiões do Brasil, observa-se a região Sul com a melhor cobertura com 61,6%, seguida do Sudeste (53,8%), Centro- Oeste (48,9%), Nordeste (46,4%) e a região Norte com 44,2%.

Entre os Estados da Federação, Mato Grosso registra até o momento a menor cobertura vacinal, atingido apenas 32,7% da meta. No Sudeste o Estado do Rio de Janeiro registra a menor cobertura antiinfluenza A, entre os 4 estados da região.( Veja Figura 1).

Faz-se necessário que as secretarias de Saúde das unidades da federação com baixa cobertura vacinal montem uma logística especial para que as populações de risco recebam a vacina. Adotar prática de vacinar os jovens nas escolas, ou mesmo os demais grupos de risco nos Aeroportos, nas estações de trem, metrô, rodoviária e  das Barcas,no caso do Rio de janeiro por exemplo, além de indicado seria desejável!

Vacinação H1N1 Brasil- H1N1 Vaccination

A Vacina é o melhor instrumento para a proteção contra a gripe suína, e, portanto constitui uma das chaves para o controle da pandemia do vírus influenza H1N1, além da obediência ao período de quarentena de 7 dias para adultos e de 14 dias para crianças e adolescentes explica o editor chefe do PULMÃO S.A., o Dr. Marcos Nascimento.

“No ano passado contávamos apenas com as medidas profiláticas como cuidado em lavar as mãos com água e sabão, o uso de álcool gel na impossibilidade de lavar as mãos, e as medidas de proteção por métodos de barreira como o uso de lenços de papel, a etiqueta da tosse, e a obediência da quarentena.

Estimativas dão conta de que aproximadamente entre 5 e 10% da população de grandes centros urbanos tiveram gripe Suína em 2009, e, portanto a população suscetível (sob risco), ainda é muito alta,” complementa o  Dr. Marcos Nascimento.

A Vacina é imprescindível para que haja diminuição no impacto no número de casos e nos eventos indesejáveis como internações em UTI ou mesmo óbitos. A proteção deve ser realizada prioritariamente nos grupos de risco, com destaque para as gestantes e os portadores de asma brônquica (principal comorbidade associada à internação tanto em crianças como em adultos, por gripe A nos Estados Unidos).

Nos Estados Unidos os estados com cobertura vacinal abaixo da meta, como a Geórgia e o Alabama registraram surtos de gripe H1N1 em Março de 2010, fora do período de pico de gripe e aumento no número de internações por complicações. Este acontecimento serve de alerta pois a repetição deste fato no Brasil realmente preocupa.

FONTES:

PULMÃO S.A.- Sua Atmosfera, Sua Vida! ®

CDC- Centro de Controle e Prevenção de Doenças USA;

Ministério da Saúde- Brasil

ENGLISH

Vaccination coverage against H1N1 in Brazil worries

More than a month after the start of the campaign anti-influenza A/H1N1 vaccine in Brazil, the vaccine coverage is below the established goal of achieving 80% of the population.

Among the risk groups, only health professionals and children between six months and two years reaching 100% and 86%, respectively of fixed targets.

The coverage of pregnant women, chronically ill and young people between 20 and 29 years is 54%, 56.2% and 41% respectively.

Analyzing the data of vaccination coverage, Brazil meets 51.5%.

In the analysis of the coverage areas of Brazil, observed the States of South Region with the best coverage with 61.6% ,followed by the Southeast (53.8%), Midwest (48.9%), Northeast (46.4 %) and Northern region with only 44.2%.

Among the Federation States, Mato Grosso records so far the lowest immunization coverage was achieved only 32.7% of target. In the Southeastern Region of the Country, the State of Rio de Janeiro registers the lowest coverage anti-influenza A, among the 4 states of the Region. (See Figure 1, above).

It is necessary that Secretariats of Health of  the States with low immunization coverage assemble a special logistics for at-risk populations receive the vaccine. Adopt practice of vaccinating young people in schools, or other risk groups in airports, train stations, subway, bus and boat station in case of Rio de Janeiro for example, is not only indicated, but it would be desirable, said Dr. Marcos Nascimento, chief editor of  PULMAOSA.

The vaccine is the best instrument for protection against swine flu, and therefore constitutes a key to controlling the pandemic of H1N1 influenza virus, besides obeying the quarantine period of 7 days for adults and 14 days for children and adolescents explains Dr. Marcos Nascimento.

“Last year we had only prophylactic measures such as careful hand washing with soap and water, using alcohol gel unable to wash their hands, and protection measures for barrier methods like the use of tissues, the label of cough, and obedience of the quarantine.

Estimates report that approximately 5 to 10% of the population in large urban centers had Swine Flu in 2009, and therefore the susceptible population (at risk), it is still very high, “adds Dr. Nascimento.

The vaccine is essential for there to be a decrease in the impact on the number of cases and undesirable events such as ICU admissions or deaths. The protection should be performed primarily in risk groups, especially pregnant women and patients with  asthma (main comorbidity associated with hospitalization in both children and adults, from the Swine Flu in the U.S.A.).

In the U.S. the states with coverage below the target, such as Georgia and Alabama have reported outbreaks of H1N1 in March 2010, outside the peak period of influenza and registred an increased number of hospitalizations due to complications.

This event serves as a warning because the repetition of this fact in Brazil really worries.

SOURCES:

PULMAOSA, Lungs: Your atmosphere, Your Life! ®

CDC Center for Disease Control and Prevention, USA;

Ministry of Health, Brazil


Categorias:H1N1, Principal Tags:, , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,
%d blogueiros gostam disto: