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Archive for junho \30\UTC 2010

PULMAOSA:partner do Ano Internacional do PULMÃO – Official Partner Year of Lung!

30 de junho de 2010 Comentários desligados

PULMÃO S.A.- Parceira oficial da Fundação Ano Internacional do PULMÃO 2010

2010:Ano do Pulmão - Lung Year

Official The Year of Lung 2010 Partner

A PULMÃO S.A. recebeu a indicação oficial de Instituição Parceira da Iniciativa Ano Internacional do Pulmão em 2010.

A PULMAOSA se junta a várias organizações que visam cumprir em todo o mundo uma única missão: Educar e promover a saúde respiratória, contribuindo para elevar a qualidade de vida.

O ano de 2010 foi proclamado ano Internacional do Pulmão pelas sociedades de profissionais de saúde em todo o planeta, incluindo a American Thoracic Society,  a CHEST -American College of Chest Physicians , a COPD Foundation , a European Respiratory Society, e agora a PULMAOSA!

“O Ano do PULMÃO dará a comunidade internacional uma oportunidade excepcional para que elevemos os conhecimentos e a compreensão sobre as patologias respiratórias.

Constitui uma oportunidade “si ne qua non” para os gerentes de políticas públicas e das empresas de Saúde privada a reconhecerem que o acompanhamento adequado das doenças respiratórias otimiza os custos operacionais, ratificando uma melhor relação custo/ benefício, e promove o principal : A melhora na qualidade de Vida.”

-Dr. Marcos Nascimento – Editor Médico da Pulmaosa

Fazer parte desta iniciativa internacional é uma fonte de orgulho, e constitui uma sinalização forte para que a PULMAOSA continue exercendo a sua missão na promoção e proteção da Sua Atmosfera Pulmonar, e da sua Vida!

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A Fórmula Matemática do Tabagismo;

Por que o GOLD deve ser considerado moeda corrente?

FONTES:

The Year of Lung Partners;

PULMAOSA –Sua Atmosfera, Sua Vida!®

ENGLISH

PULMAOSA received the official statement Partner from International Year of the Lung in 2010.

The PULMAOSA joins several organizations that aim to meet worldwide single mission: To educate and promote respiratory health, helping to raise the quality of life.
2010 was proclaimed International Year of the Lung by the societies of health professionals across the globe, including the American Thoracic Society, CHEST, American College of Chest Physicians, the COPD Foundation, the European Respiratory Society, and now PULMAOSA!

“The year of LUNG will give the international community an exceptional opportunity to raise the awareness and understanding of the respiratory disorders.

An opportunity  “si ne qua non” for managers of public policies and also for  private security Health companies to recognize that the proper monitoring of respiratory diseases optimizes operating costs, confirming a better cost / benefit analysis, and the main: The improvement in quality of life.

-Dr. Marcos Nascimento- Pulmaosa Medical Editor

Being part of this international initiative is a source of pride, and is a strong signal for the PULMAOSA continue its mission in promoting and protects Your Lung Atmosphere, and alsoYour Life!

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The Mathematical Formula of Smoking;

Why GOLD should be considered currency?

SOURCES:

The Year of Lung Partners;

PULMAOSA-Your atmosphere, Your Life! ®


Gripe Suína Paraná- Brasil Junho de 2010 – Swine Flu in Parana, Brazil uptodate June 2010

24 de junho de 2010 Comentários desligados

Gripe Suína Paraná Junho de 2010

Paraná em destaque -Brazil map and Parana State in Blue

Curitiba- PULMAOSANEWS-  A Secretaria de Saúde do Estado do Paraná informa em seu último boletim   de junho de 2010 que o Paraná confirmou 1.419 casos de gripe pandêmica H1N1 no Estado no ano de 2010, sendo que 15 pessoas evoluíram com complicações e foram a óbito. Outros 2.377 casos de síndrome gripal foram negativos para o vírus H1N1 pandêmico.

Óbitos por H1N1 segundo genero - H1N1 Deaths by sex

Segundo dados epidemiológicos da Secretaria de Estado do Paraná houve uma maior concentração de óbitos na faixa de 20 a 49 anos, perfazendo 33,3% do total, justamente a faixa com maior registro de atrasos na meta de vacinação nacional contra a influenza H1N1.

Nota-se também um predomínio de registro de óbitos para o sexo feminino(73%), contra 27% para o sexo masculino.  Conforme expresso no gráfico e tabela 1.

Tabela1: Distribuição de óbitos confirmados por faixa Etária:

Faixa etária N° de casos %
0- 4 anos 2 13,3%
5- 19 anos 3 20,0%
20- 49 anos 5 33,3%
50- 59 anos 2 13,3%
60 e mais 3 20,0%
TOTAL 15 100%

A PULMÃO S.A. reforça a necessidade de continuar observando as medidas de proteção como a etiqueta da tosse, e a utilização de métodos de barreira como lenços de papel ao tossir ou espirrar. Lavar as mãos com água e sabão e utilizar álcool gel a70% continuam sendo necessários tal qual procurar evitar locais com grande aglomeração de pessoas.

Estas medidas de prevenção valem para todos, mas em especial para os portadores de doenças crônicas como Asma brônquica e Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica ( DPOC), insuficiência renal, etc. E também para aqueles que não receberam a vacina antiinfluenza H1N1.

Lembre: A vacina anti H1N1 é a melhor maneira de se proteger contra a gripe suína/ gripe A.

Fontes:

PULMAOSANEWS – PULMAOSA – Sua Atmosfera, Sua Vida!®

SESA- Secretaria de Saúde do Estado do Paraná- Brasil

Por que o GOLD deve ser considerado moeda corrente? – Why is GOLD considered as a substitute of currency?

21 de junho de 2010 Comentários desligados

Por que o GOLD deve ser considerado moeda corrente ?

Maratona DPOC - COPD E- Marathon 2010

GOLD é a sigla em inglês para Global Obstructive Lung Disease, estudo que resume as diretrizes e classifica a Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC), proporcionando o direcionamento tanto para o acompanhamento quanto para o tratamento.1

O Objetivo deste artigo é mostrar o quanto a classificação GOLD pode ser considerada dinheiro vivo, quando é observado o cumprimento de suas diretrizes, fazendo um comparativo entre a sigla e a palavra GOLD que em inglês significa “Ouro.”

Realidade da DPOC no mundo:

As desordens respiratórias são consideradas causas de alta morbidade e mortalidade em todo o mundo. A DPOC é muito freqüente, constitui a quarta causa de mortalidade em todo o mundo, com potencial a ser a terceira causa em 2020 segundo estimativas da Organização Mundial de Saúde (OMS).2

Entre as 5 causas de mortalidade mundial, o DPOC é a única que cresce exponencialmente, e portanto deveria juntamente com o seu principal causador o Tabagismo, serem objetivos- alvo de programas oficiais de saúde pública e privada no mundo inteiro e enfrentados de uma maneira global, conforme artigo publicado recentemente pela PULMÃO S.A.: “ A Fórmula Matemática do Tabagismo”3

No Brasil, segundo o Estudo Platino, a prevalência total da DPOC foi de 15,8%, sendo 18% nos homens e 14% nas mulheres.4 A distribuição dos pacientes de acordo com o estádio de gravidade da DPOC e segundo a classificação do GOLD e da SBPT, mostrou os seguintes resultados de prevalência:

Estádio GOLD          Prevalência

I                             10,1%

II                            4,6%

III                           0,9%

IV                           0,2%

O diagnóstico de DPOC deve ser considerado em qualquer indivíduo com tosse, expectoração, ou dispnéia e/ou história de exposição a fatores de risco. A espirometria deve ser considerada na definição diagnóstica dos casos de DPOC visto que outras condições podem apresentar quadro clínico bastante semelhante ao desta condição, como é o caso da asma, da bronquiectasia e da insuficiência cardíaca 5

GOLD

A DPOC pode ser classificada pelo GOLD em quatro estádios, de acordo com valores do VEF1( Volume Expiratório Forçado no 1º segundo), obtido pela espirometria:

  1. Leve;
  2. Moderado;
  3. Grave e
  4. Muito grave.

DPOC e as Exacerbações:

O DPOC pode evoluir para períodos crises respiratórias ou exacerbações da doença pulmonar obstrutiva crônica, e são geralmente causadas por infecções bacterianas (Streptococcus pneumoniae, Haemophilus influenzae e Moraxella catarrhalis), ou por infecções a vírus.

Na exacerbação da DPOC, os pacientes pioram o quadro clínico acentuando a falta de ar, a fadiga, aumenta a frequência da tosse, ocorrem sibilos (chiados no peito) e há aumento da produção de escarro (secreção).

Nas exacerbações, além de ajuste a maior das doses de medicamentos há chance de internação Hospitalar e nas exacerbações graves, há chance de internação na UTI, dado a evolução para insuficiência respiratória. 6

Pacientes com DPOC apresentam, em média, duas exacerbações por ano, com um elevado consumo de fármacos e até 10% requerem hospitalização. As exacerbações são a causa observável de morte mais freqüente em estudos prospectivos.7

Urge um controle melhor das exacerbações da DPOC, afinal, 60 a 75% dos gastos com a DPOC são uma conseqüência direta das exacerbações.5

Outrossim, é preciso lembrar que quanto maior for o número de exacerbações, maior a velocidade da perda da função pulmonar. 8 Além disto,existe uma relação inversa ao número de episódios de exacerbações e ao prognóstico dos pacientes ou seja, quanto maior o número de exacerbações menor serão as chances de sobrevida.

O uso de antibióticos de elevado custo (B lactameros e quinolonas respiratórias) na DPOC está indicado nas exacerbações infecciosas da doença que apresentem pelo menos duas das seguintes manifestações. 9

  • Aumento do volume da expectoração;
  • Mudança do aspecto da expectoração purulenta;
  • Aumento da intensidade da dispnéia

A utilização de corticosteróides nas exacerbações é precisa, pois se correlaciona a evitar uma menor perda da função respiratória e, portanto a um melhor prognóstico. E também implica em gastos e riscos já que na grande maioria das vezes se faz uso de corticóides venosos, em detrimento de apresentações orais. De acordo com artigos publicados em junho de 2010 no Journal of American Medical Association, não há diferenças estatísticas nos resultados ao comparar o uso IV com o oral, indicando que doses baixas VO deveriam ser consideradas na abordagem inicial da exacerbação.10,11

CONCLUSÃO:

O documento GOLD é considerado a Bíblia do DPOC, e leva em consideração o VEF1 como classificador da doença. Mas é absolutamente claro no GOLD que é necessário olhar além do VEF1 para o entendimento da DPOC e o seu adequado tratamento.

É preciso que os formuladores de políticas de Saúde tanto Pública quanto os de seguradoras de saúde privada prestem atenção a outros marcadores definidores do status quo da DPOC, como: escala de dispnéia do MRC (Medical Research Council), variação na oximetria e/ou gasometria arterial, a capacidade de exercício inerente a fisioterapia; e a participação mais efusiva do nutricionista em dietoterapia de manutenção do IMC (índice e massa corpórea), uma vez que a perda de peso pode também estar associada à acentuação dos sintomas, piora da qualidade de vida, tolerância ao exercício e maior utilização de recursos de saúde pública e privada.

Proporcionar ao paciente com DPOC um atendimento que atenda as suas necessidades básicas é a meta!  E quais são elas? Melhora no Questionário de avaliação de São George? Melhora em índices como o VEF1, a CVF, IMC ? Diminuir o número de episódios de exacerbações infecciosas? Indicações precisas de oxigenioterapia? Sim para todos estes parâmetros!

Reparação de Créditos - Credit Repair

E como proporcionar isto?

Inter-relacionando a prevenção e o tratamento do tabagismo, o diagnóstico espirométrico e o tratamento do DPOC, com broncodilatadores de curta e de longa ação anticolinérgicos de curta e o uso precoce dos de longa ação como o Tiotrópio e o ainda não lançado Indacaterol, segundo o GOLD, e ainda  oferecendo vacinas antiinfluenza e anti pneumocócica para os portadores de bronquite crônica e enfisema pulmonar, as interfaces da DPOC, protegendo-os das exacerbações e possibilitando acesso ao nutricionista e ao fisioterapeuta respiratório (que inclusive poderia ajudar no diagnóstico espirométrico).

Com esta logística educacional sendo incorporada ao binômio Saúde-Administração ter-se-ía um melhor entendimento da DPOC.E com isto, um menor número de internações e despesas público-privadas, o que conduziria a um menor gasto associado a ganhos inquestionáveis na qualidade de vida dos pacientes.Em outras palavras, a abordagem adequada do DPOC proporciona uma reparação de créditos quantitativos e qualitativos respectivamente à administração e ao paciente.

O que leva a concluir que a observação do GOLD, como artigo de necessidade primária para o diagnóstico e tratamento da DPOC, deva ser encarada, de fato, como moeda corrente, pelos administradores de recursos de saúde.

Mas é possível que o paciente com DPOC em sua sábia maneira de expressar, queira apenas não estar internado no dia da formatura do seu neto. Muito embora este sentimento queira dizer na linguagem médica exatamente a mesma coisa.

Respeitosamente,

Dr. Marcos Nascimento, MD.

Editor Médico da PULMÃO S.A.- Sua Atmosfera, Sua Vida!

Professor de Pneumologia PUCPR

FONTES:

1.The Global Initiative for Chronic Obstructive Lung Disease (GOLD)

2. Organização Mundial de Saúde (OMS);

3.Nascimento M. A Matemática do tabagismo.Pulmaosa Respiratory Site,2010: Acessado em 20 de junho de 2010.

4. Prevalence of chronic obstructive pulmonary disease and associated factors: the PLATINO Study in São Paulo, Brazil. Cad. Saúde Pública, Rio de Janeiro, 2005; 21(5):1565-1573.

5- Jardim J, Oliveira J, Nascimento O. II Consenso Brasileiro de Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC). J Bras Pneumol 2004; 30: S1-S42.

6. Rodriguez-Roisin R. Toward a consensus definition for COPD exacerbations. Chest 2000;117:398S-401S.

7. Celli B, Barnes P. Exacerbations of chronic obstructive pulmonary disease. Eur Respir J 2007;29:1224-38.

8. Donaldson GC, Seemungal TA, Bhowmik A, et al. Relationship between exacerbation frequency and lung function decline in chronic obstructive pulmonary disease. Thorax 2002;57:847-52.

9Anthonisen NR, Manfreda J, Warren CPW. Antibiotic therapy in acute exarcebations of chronic obstructive pulmonary disease. Ann Intern Med 1987; 106:196-204.

10-Lindenauer PK, et al “Association of corticosteroid dose and route of administration with risk of treatment failure in acute exacerbation of chronic obstructive pulmonary disease” JAMA 2010; 303(23): 2359-67.

11-Krishnan JA, Mularski RA “Acting on comparative effectiveness research in COPD” JAMA 2010; 303(23): 2409-10.

ENGLISH

Why is GOLD considered as a substitute of currency?

 

GOLD is the English acronym for Global Obstructive Lung Disease, a study that summarizes the guidelines and classifies Chronic Obstructive Pulmonary Disease (COPD), providing guidance for both the monitoring and for the treatment.1
The goal of this paper is to show how the GOLD classification can be considered cash, when we see the fulfillment of its guidelines, making a comparison between the symbol and the word GOLD which in English means “gold.”

Reality of COPD in the world:


Respiratory disorders are considered causes of morbidity and mortality worldwide. COPD is very common, is the fourth leading cause of mortality worldwide, with the potential to be the third leading cause in 2020 according to estimates by the World Health Organization (WHO) .2
Among the five big causes of mortality worldwide, COPD is the only one that grows exponentially, and thus should along with its main cause Tobacco, are the target goals of public programs for public and private health worldwide and tackled in a comprehensive way as recently published article by PULMAOSA: “A Mathematical Formula for Smoking” 3

COPD in Brazil
In Brazil, according to the Platino study, the overall prevalence of COPD was 15.8% and 18% in men and 14% in mulheres.4 Patient distribution according to the stage and severity of COPD according to the classification of GOLD and BTS, showed the following results of prevalence:
GOLD stage Prevalence
I 10.1%
II 4.6%
III 0.9%
IV 0.2%

The diagnosis of COPD should be considered in anyone with cough, expectoration, or dyspnea and / or history of exposure to risk factors. Spirometry should be considered in the diagnosis of COPD cases since other conditions can present quite similar to the clinical picture of this condition, such as asthma, bronchiectasis and heart failure. 5
COPD can be classified by GOLD in four stages, according to values of FEV1 (Forced Expiratory Volume in 1st second), obtained by spirometry:
1. Mild;
2. Moderate;
3. Severe and
4. Very severe.

COPD & exacerbations:

The COPD can progress to respiratory crisis periods, or exacerbations of chronic obstructive pulmonary disease, and are usually caused by bacterial infections (Streptococcus pneumoniae, Haemophilus influenzae and Moraxella catarrhalis), or by viral infections.
COPD exacerbation’s patients worsen the clinical and stressing the shortness of breath, fatigue, increases the frequency of coughing, wheezing occur, and there is increased production of sputum (secretions).

Exacerbation, in addition to setting the highest doses of drugs increase chance of hospitalization and in severe exacerbations, there’s a high chance in ICU hospitalization, since progression to respiratory failure. 6
COPD patients, on average, present two exacerbations per year, with a high consumption of drugs, in which 10% require hospitalization. Exacerbations are the greatest cause of death more frequently observed in prospective studies.7
So, it claims a better control of  COPD’s exacerbations , after all, 60-75% of spending on COPD are a direct consequence of this condition.5

Moreover, we must remember that the greater the number of exacerbations, the greater the speed of loss of lung function. 8 Because, there is an inverse relationship to the number of episodes of exacerbation and the prognosis of patients that is, the greater the number of exacerbations lower the chances of survival.

The use of antibiotics in high-cost (B lactamers and respiratory quinolones) in COPD is indicated in infectious exacerbations of their disease at least two of the following events. 9
• Increased volume of sputum;
• Change the appearance of purulent sputum;
• Increased intensity of dyspnea.

The use of corticosteroids in exacerbations is accurate, it is correlated with a lower loss of respiratory function and thus a better prognosis. It also entails costs and risks because in most cases it makes use of intravenous steroids, rather than presentations. And that according to articles published in June 2010 in the Journal of American Medical Association, there are no statistical differences in results when comparing the use of IV to oral, indicating that low oral doses should be considered in the initial exacerbation approach.10 11

CONCLUSION

The GOLD document is considered the bible of COPD, and takes into account the FEV1 as a classifier of the disease. But it is absolutely clear in GOLD which is necessary to look beyond the FEV1 to the understanding of COPD and its appropriate treatment.
We need policy makers of both public and private health pay attention to other indicators that define the status quo of COPD, as the MRC dyspnea scale (Medical Research Council), variation in pulse oximetry and /or arterial blood gases, the ability to performance inherent in physical therapy, participation more effusive nutritionist in diet therapy for maintenance of BMI (body mass index and), since weight loss can also be associated with stress symptoms, worse quality of life, exercise tolerance and greater use of public health resources and facilities.

We must provide the patient with COPD, a service that meets their basic needs. And what are they?  An improvement in St. George Questionnaire? An  Improvement in indices such as FEV1, FVC, BMI? Decrease the number of episodes of infectious exacerbations? Precise indications for oxygen?
Yes to all these parameters.

And how to provide this?

Interrelating the prevention and treatment of smoking, the spirometric diagnosis and treatment of COPD; Furnish bronchodilators of short and long-acting; Furnish anticholinergic short and the early use of long acting as Tiotropium and unreleased Indacaterol, according to GOLD, and still offering pneumococcal vaccines and anti antiinfluenza for patients with chronic bronchitis and emphysema, the interfaces of COPD exacerbations, to protect them against infections. Allowing access to nutritionists and respiratory therapy (which physic therapy Professionals could also help in the spirometric diagnosis).
With this logistics education being incorporated into the binomial Health-Administration would have a better understanding of COPD.
And with that, fewer hospitalizations and expenditures public-private partnerships, leading to a lower cost associated with unquestionable gains in quality of life of patients.
This leads one to conclude that the observation of GOLD, as an article of primary necessity for the diagnosis and treatment of COPD. Thereafter, GOLD parameters should be viewed in fact as currency by the administrators of health care resources. In other words, a best approach of COPD provides a credit repair both quantitative and qualitative respectively for the health administration and for the patient.

But it is possible that the COPD  patient in his(her) wise way to express, just say:- “Please I just do not be admitted on the day of graduation of my grandson. And this feeling may mean exactly the same thing,  in medical language.

Respectfully,

Dr. Marcos Nascimento,MD.

Chief Editor of Respiratory Site PULMAOSA- Lungs, Your Atmosphere, your Life! ®

Pulmonology Professor at COM of PUCPR- Curitiba, Brazil

SOURCES:

1.The Global Initiative for Chronic Obstructive Lung Disease (GOLD)

2. Organização Mundial de Saúde (OMS);

3.Nascimento M. A Matemática do tabagismo.Pulmaosa Respiratory Site,2010: Acessado em 20 de junho de 2010.

4. Prevalence of chronic obstructive pulmonary disease and associated factors: the PLATINO Study in São Paulo, Brazil. Cad. Saúde Pública, Rio de Janeiro, 2005; 21(5):1565-1573.

5- Jardim J, Oliveira J, Nascimento O. II Consenso Brasileiro de Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC). J Bras Pneumol 2004; 30: S1-S42.

6. Rodriguez-Roisin R. Toward a consensus definition for COPD exacerbations. Chest 2000;117:398S-401S.

7. Celli B, Barnes P. Exacerbations of chronic obstructive pulmonary disease. Eur Respir J 2007;29:1224-38.

8. Donaldson GC, Seemungal TA, Bhowmik A, et al. Relationship between exacerbation frequency and lung function decline in chronic obstructive pulmonary disease. Thorax 2002;57:847-52.

9Anthonisen NR, Manfreda J, Warren CPW. Antibiotic therapy in acute exarcebations of chronic obstructive pulmonary disease. Ann Intern Med 1987; 106:196-204.

10-Lindenauer PK, et al “Association of corticosteroid dose and route of administration with risk of treatment failure in acute exacerbation of chronic obstructive pulmonary disease” JAMA 2010; 303(23): 2359-67.

11-Krishnan JA, Mularski RA “Acting on comparative effectiveness research in COPD” JAMA 2010; 303(23): 2409-10.

Congresso Brasileiro de Pneumologia e Tisiologia- Brazilian Congress of Pulmonology

20 de junho de 2010 Comentários desligados

XXXV CONGRESSO BRASILEIRO DE PNEUMOLOGIA E TISIOLOGIA

A trigésima quinta edição do Congresso da SBPT ocorrerá em Curitiba, capital do Estado do Paraná e considerada a ecológica do Brasil, por causa da sua qualidade de vida. O congresso acontecerá entre 16 e 20 de Novembro de 2010 no Centro de Convenções Estação Embratel, situado no shopping Estação- Antiga Estação de trem- localizada no centro de Curitiba.

O Congresso contará com a participação de vários convidados internacionais. Importantes professores da pneumologia brasileira também terão participação garantida.

2010 Ano do Pulmão - 2010 Lung Year

INSCRIÇÕES:

As incrições podem ser feitas ON LINE

Trabalhos Científicos:
Todos os resumos de trabalhos deverão ser encaminhados ON LINE até 31 de Agosto de 2010.

Fontes:

PULMAOSANEWS – Pulmaosa- Sua Atmosfera, Sua Vida!

SBPT – Sociedade Brasileira de Pneumologia e tisiologia

ENGLISH

XXXV BRAZILIAN PULMONOLOGY CONGRESS

The thirty-fifth edition of the Congress of the Brazilian Thoracic Society (BTS) will take place in Curitiba, capital of Parana State and considered the Brazilian ecological Capital, because of their quality of life.

The congress will take place between 16 and 20 November 2010 in the Estação Embratel Convention Center, located at the Mall Station- An old train station, located in downtown Curitiba.

The Congress will feature several international guests. Important teachers of Brazilian pulmonology also have guaranteed participation.

REGISTRATION:

The inscriptions can be made ON LINE

Scientific Papers:
All abstracts should be submitted ON LINE until August 31, 2010.

Sources:

PULMAOSANEWS – PULMAOSA-Your atmosphere, Your Life!

SBPT – Brazilian Pulmonology Society





Vacinação contra H1N1 supera a meta no Brasil – Vaccination against H1N1 surpasses goal in Brazil

17 de junho de 2010 Comentários desligados

Vacinação contra a influenza H1N1 supera a meta no Brasil

2010 vacinação H1N1 Brasil - H1N1 Brazil Vaccination

Até o dia 16 de junho de 2010, o Brasil conseguiu vacinar 81milhões de habitantes contra a gripe pandêmica H1N1, conforme dados informados pelas Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde. O País ultrapassou a meta de vacinar pelo menos 80% do público-alvo para a estratégia de imunização contra a gripe A.

Nos grupos populacionais específicos, a meta de vacinar pelo menos 80% do público-alvo foi atingida entre doentes crônicos, crianças menores de 2 anos, adultos de 20 a 29 anos, trabalhadores de saúde e indígenas. Ainda não atingiram a meta o grupo de adultos de 30 a 39 anos (70% de cobertura), gestantes (73%) e crianças de 2 anos a menores de 5 (40% de cobertura).

Entre os Estados com maior cobertura o Paraná recebe destaque,tendo atingido 106% da meta, seguido de São Paulo e Santa Catarina, ambos com 97% da meta. Aspiores coberturas ficaram com Bahia (73%), Amazonas (70%) e Roraima (69% da meta). Veja figura 2:

Fig.2 Cobertura Vacinal H1N1 por Estados- H1N1 Vaccination in Brazil

Casos com Evolução desfavorável
Em 2010, de Janeiro a junho houve 609 internações por gripe suína, com 74 óbitos. Dessas,61% tinham fatores de risco(54) e 27% dos óbitos eram gestantes (20). A maior parte dos óbitos (57%) ocorreu na região Norte, perfazendo o total de 42.

Em 2009, foram registrados 2.051 óbitos pela nova gripe no país. Desse total, 1.539 (75%) ocorreram em pessoas com doenças crônicas e 189 (9%) entre gestantes.

A PULMÃO S.A. chama a atenção para estes fatos alertando para o maior risco entre os portadores de doenças crônicas como asma brônquica, que foi a maior causa de internação por pneumonia associada a gripe H1N1, tanto em crianças quanto em adultos nos Estados unidos em 2009.

A PULMÃO S.A. relembra a necessidade de se dar continuidade para os métodos de proteção de barreira, como a etiqueta da tosse: tossir em lenços de papel e depois descartá-los em lixo comum, lavar as mãos com água e sabão e na sua impossibilidade usar álcool gel, além de evitar aglomerações.

Caso não tenha se vacinado, lembre: A vacina constitui o principal meio de proteção para você e sua família.Vacine-se!

FONTES:

PULMAOSANEWS- PULMÃO S.A.- Sua Atmosfera, Sua Vida! ®

Ministério da Saúde do Brasil.

ENGLISH

Vaccination against influenza H1N1 surpasses goal in Brazil

Until the day June 16, 2010 Brazil managed 81 million people vaccinate against H1N1 pandemic influenza, according to data reported by State and County Health Offices.

The country surpassed the goal of vaccinating at least 80% of the target audience for the strategy immunization against new influenza A.

In specific population groups, the goal of vaccinating at least 80% of the target audience was reached among the chronically ill, children under 2 years, adults 20-29 years, health workers and indigenous people. Not yet reached the target group of adults 30-39 years (70% coverage), women (73%) and children from 2 years to under 5 (40% coverage).

Among the states with the largest coverage Paraná receives prominence, reaching 106% of target, followed by São Paulo and Santa Catarina, both with 97% of target. The worst index of vaccination was left by Bahia (73%), Amazonas (70%) and Roraima (69% of target). See Figure 2, above.

Cases with unfavorable evolution

In 2010, January to June there were 609 hospitalizations for flu, with 74 deaths. Of these, 61% had risk factors (54) and 27% of deaths were women (20). Most deaths (57%) occurred in the north, totaling 42.
In 2009, Brazil recorded 2051 deaths from the new flu. Of this total, 1,539 (75%) occurred in people with chronic illnesses and 189 (9%) among pregnant women.

The PULMAOSA draws attention to these facts to warn the increased risk among patients with chronic diseases such as bronchial asthma, which was a major cause of hospitalization for pneumonia associated with influenza H1N1 in the United States in 2009, associated with COPD, and pregnant women.

The PULMAOSA recalls the need to give continuity to the methods of barrier protection such as the cough care: coughing into tissues and then discard them in trash, wash hands with soap and water and when it is impossible use alcohol gel. Finally, avoid crowds.
If you have not been vaccinated, remember: Vaccination is the main protection for you and your family. Vaccine up!

SOURCES:

PULMAOSANEWS-LUNGS: Your atmosphere, Your Life! ®
Ministry of Health of Brazil

Aumento de Atividade gripal em Três Países – Three countries report growing flu activity

16 de junho de 2010 Comentários desligados

2010 Ano do Pulmão - 2010 Lung Year

OMS Registra Aumento de Atividade Gripal em Três Países

Curitiba-(PULMAOSANEWS)– Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a Índia, a Colômbia e Nova Zelândia estão relatando um aumento na atividade da gripe pandêmica, associada a complicações que resultaram em óbitos nestes países.

O Ministério da Saúde da Nova Zelândia relatou a semana passada um aumento de casos de síndrome gripal, atingindo principalmente crianças.

O Ministério da Saúde indiano relatou a ocorrência de nove óbitos por gripe suína/ H1N1 neste mês de junho no Estado de Karnataka, e quatro no estado de Maharashtra e na cidade de Kerala.  O Ministério teme um aumento de casos associados ao início, em maio, da temporada de chuvas de Monções.

As autoridades de saúde colombianas estão relatando um número crescente de casos de gripe pandêmica H1N1. Bogotá alerta para que os habitantes mantenham os cuidados associados à etiqueta da tosse, evite aglomerações, além de procurarem estar vacinados contra a influenza H1N1 pandêmica e para a influenza sazonal (Gripe comum), lembrando a necessidade de prioridade para os grupos de risco como os portadores de Asma, de Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC), as gestantes, e portadores de outras doenças crônicas como Insuficiência renal, HAS, e neoplasias por exemplo. O número de casos na primeira semana de junho, na cidade aumentou de 2 para 14.

A OMS reitera em concomitância através de seu relatório semanal de vigilância global da gripe, que apesar de haver focos de infecções em ascensão nestes países, a atividade do vírus pandêmico é reduzida na maior parte do mundo.

FONTES:

PULMAOSANEWS- PULMAOSA- Sua Atmosfera, Sua Vida! ®

Organização Mundial de Saúde (OMS)

ENGLISH

Three countries report growing flu activity

Curitiba-(PULMAOSANEWS) – According to World Health Organization (WHO), India, Colombia and New Zealand are reporting increased activity of influenza pandemic, coupled with complications that resulted in deaths in these countries.
The Ministry of Health in New Zealand last week reported an increase in cases of flu syndrome, affecting mainly children.
The Indian Health ministry has reported the occurrence of nine deaths from swine flu / H1N1 this month of June in the state of Karnataka, and four in the state of Maharashtra and in the city of Kerala. The Ministry fears an increase in cases associated  in May, with beginning of the monsoon rains’ season.

Colombian health authorities are reporting an increasing number of cases of pandemic influenza H1N1. Bogota warning to the inhabitants maintain the care label associated with cough, avoid settlements, and seek to be vaccinated against H1N1 pandemic influenza and seasonal influenza (flu), recalling the need for prioritizing risk groups such as patients of Asthma, Chronic Obstructive Pulmonary Disease (COPD), pregnant women, and those with other chronic diseases such as renal insufficiency, hypertension, and cancer patients for example. The number of cases in the first week of June in the town increased from 2 to 14.
WHO reiterates concomitantly through its weekly report on global surveillance of influenza, that despite outbreaks of infections on the rise in these countries, the pandemic virus activity is reduced in most of the world.

SOURCES:
PULMAOSANEWS-PULMAOSA- Lungs,Your atmosphere, Your Life! ®
World Health Organization (WHO)

Programa de Capacitação de Pesquisadores Interessados no Tema “Tabaco e Mulheres – Módulo I – Aspectos e Contextos do Tabaco”

11 de junho de 2010 Comentários desligados

Curso de Psicologia e Projeto de Pesquisa da Universidade do Alabama em Birmingham (UAB) e a Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) custeado pelo Instituto Nacional de Saúde dos estados Unidos (NIH).

Este módulo compõe a primeira etapa de um programa de Capacitação de pesquisadores, composto por três módulos. O Programa visa a capacitação de pesquisadores de diferentes áreas do conhecimento, para potencializar suas habilidade para investigação e dar continuidade aos esforços de controle do tabagismo no Paraná, com ênfase, em particular, na população feminina.

Temas:

· A Mulher sob o Ponto de Vista Antropológico;

· Histórico e Panorama atual do tabagismo no Paraná;

· Tecnologia dos produtos Derivados do Tabaco;

· Sistema Socioeconômico da Fumicultura do Paraná;

· Políticas e Controle do Tabaco;

· Tabagismo e Saúde Pública.

No dia 12 de junho, das 14h às 15:30, casa palestrante estará numa sala, conforme especificado no programa, na qual receberão os participantes interessados em conversar sobre o tema abordado nas palestras, especificamente, pelo convidado, assim como gerar idéias para temas de pesquisa.

Carga Horária: 15 horas

Data: 11 e 12 de junho de 2010

Horário: das 18 às 23 horas (11/06) e das 7h30 às 15h30 (12/06)

Local: Auditório Thomas Morus – CTCH

Taxas: Gratuito

Inscrições: http://www.pucpr.br/extensao

Período: de 20/05 a 09/06/2010

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