Arquivo

Archive for março \19\UTC 2012

In terms of public health and tobacco prevention: Enough is just enough!

19 de março de 2012 Comentários desligados

Enough is enough

Marcos Nascimento, MD.

In addressing the tobacco control policies that promote smoking cessation, we can separate them into two groups:

a) Public Health Approaches: are increasing attempts to stop smoking:

  • Increased taxation;
  • Regulations to restrict smoking in public places and workplaces;
  • The Campaign of mass media.

b) Approach in Healthcare: increased rates of smoking cessation:

  • Help / Treatment Smokers.

Evidently tobacco addiction is a multidimensional phenomenon. Thus a proper treatment should include dimensions beyond pharmacological while also addressing the issues of psychological and behavioral addiction. Tell that to treat smokers just put drugs in the pharmacy is a popular reductionism overwhelming.

From the perspective of public health strategies we have to be more cost-effective. If a country have little money, it naturally must to select priorities within the priorities and see which option expense is the best. Of all the strategies listed the most cost-effective policies are smoke free environments.

The countries who are enrolling in a upward trend in the prevalence of tobacco related diseases like lung cancer, cardio vascular diseases and COPD, etc, can not afford to lose the way in terms of tobacco control. Some countries like Australia, Canada, Uruguay and Brazil are giving good examples about tobacco control and Pulbic Health issues.

In order to draw the attention of managers of public and private health for the cause, I have recently published in this website an article titled “The Smoking math formula: ” Smoking = COPD + P
ie., smoking is a generator of Cardiac, Oncologic, Pulmonary Diseases + Pediatric and calls attention to COPD, a disease underdiagnosed with high personal and economic impacts which are now the 3rd death cause in US.

Thus didactical formula Indicates the need for an early & all-embracing approach to smoking because it generates 52 other diseses and produces a huge financial resources scrap, including reducing the productivity of businesses – And just like the tobacco disease, the finance costs are also preventable. Thus the necessity to  early involve children and young people in prevention education with the creation of aplications (Apps), games and cartoons, as proposed in the “children’s story Zoo Logic?”

We can justify, rationalize, and pontificate about individual freedom all we want, but in the tobacco prevention there is “the role of nicotine,” that imposes a high and uncontrolled addiction, and if we go for this process, we will stick our heads in the sand.

The reality is cruel because millions of people are suffering and dying unnecessarily every day. We have the collective means to do something about it with minimal personal sacrifice. Thus, we can keep walking and trying to solve the problem accepting the necessity of public smoke free environments.

In fact, we achieved some important gains in preventing smoking-related diseases in the latest years.  But in terms of public health: Enough can be just enough!

Mainly, because the Life is in the game!

So, Enough is enough. It’s time to step up!

With All Respect,
Marcos Nascimento,MD
Medicine Professor
http://twitter.com/PulmaoSA

Anúncios

Doenças Crônicas: Pedágio caro para o Brasil, os USA e o Mundo

16 de março de 2012 Comentários desligados

Doenças Crônicas: Pedágio caro para o Brasil e o Mundo

Caso façamos um exercício ou uma pesquisa sobre os assuntos mais abrangentes relatados pela mídia nacional e internacional em meados de março de 2012, nos deparamos coincidentemente com uma serie de fatos que preocupam de maneira urgente e de modo imediatista a sociedade ( ou a própria mídia): Crise econômica na Europa e Estados Unidos, as viagens dos brasileiros ao exterior, o recorde dos impostos batidos sem cessar pelo governo no Brasil, e violências tanto da vida real e quanto virtual…

Muito raramente tem se observado noticias que irão afetar o nosso cotidiano em 5 ou 10 ou 50 anos.

Há uma busca automática pela mídia de fatos que nos impactaram ou irão impactar nos próximos segundos, minutos, dias, e arriscaria no máximo, nos próximos meses.

A exploração de eventos que irão ocorrer em Intervalos maiores tornam-se cada vez mais raros, a exceção talvez da Copa do Mundo de 2014 e das olimpíadas no Rio de Janeiro em 2016 e da Eleição do próximo presidente dos Estados Unidos entre poucos outros…

Muito embora a Organização Mundial de Saúde (OMS) tenha feitos inúmeros alertas, um fato que tem passado ligeiramente despercebido são os impactos e as consequências provocadas pelas doenças crônicas tanto no presente como nos próximos 20 anos.

Mas o que é Doença Crônica?

Doenças crônicas constituem prolongadas condições que muitas vezes não melhoram e raramente são curadas completamente.

Há aquelas que são transmissíveis como tuberculose, doença de Chagas, Hepatites, AIDS, etc., e aquelas que são denominadas não transmissíveis ( também chamadas de não comunicantes) e entre as quais se incluem a diabetes, demência, câncer, insuficiência cardíaca congestiva, DPOC ( Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica) a asma brônquica.

A crescente incidência de doença crônica é um desafio para os serviços de saúde no Brasil e em todo o mundo.

As doenças crônicas são de longe a principal causa de mortalidade no mundo, representando 63% de todas as mortes. Dos 36 milhões de pessoas que morreram de doenças crônicas em 2008, nove milhões tinham menos de 60 anos e noventa por cento dessas mortes prematuras ocorreram em países de baixa e média renda.

 No Brasil 72% de todas as mortes foram atribuídas a doenças não transmissíveis em 2007.

Nos próximos 10 anos a OMS projeta um aumento de 22%  totalizando 10 milhões de mortes causadas por doenças crônicas não comunicantes no Brasil, sendo as doenças cardiovasculares a sua maior causa. Morbidade e mortalidade por doenças não transmissíveis são maiores na população mais pobre. As causas mais frequentes associadas às doenças crônicas no Brasil estão listadas na figura 1.


Fig 1- Mortes projetadas por doenças crônicas no Brasil. Adaptado de OMS, NCD Country Profiles 2011.

  -Por que as doenças crônicas têm um impacto tão grande na saúde?

As Doenças crônicas têm um efeito profundo sobre o desenvolvimento físico, emocional e bem-estar mental dos indivíduos, muitas vezes tornando difícil continuar com as atividades diárias normais e relacionamentos. Isto implica em custos severos pessoais com alto impacto para a saúde  que se associa a custos econômicos, uma vez que estão associados a absenteísmo trabalhista, geram licenças médicas que implicam em afastamento temporário ou mesmo permanente do trabalho gerando aposentadorias precoces e, portanto queda no índice de produtividade do país.

Quais os fatores de risco? Como reduzir os riscos de ocorrência de doenças crônicas?

 Os fatores de risco para as doenças crônicas estão associados tanto a características genéticas quanto a critérios adquiridos como os hábitos alimentares como a quantidade de legumes, e frutas (fibras) consumidos, concentração de sódio (sal), de gorduras, gorduras trans (industrializada), e comportamentais como o uso de derivados do tabaco por exemplo.

É preciso lembrar que todos os processos alimentares industriais que geraram ganhos em escala adotados nos séculos 19 e 20, adotaram praticas que elevaram desde as quantidades de pesticidas e agrotóxicos para a produção de alimentos até os índices de gorduras, de sal, açúcar, e de outros conservantes alimentares, muitos de origem artificial. Adoçantes e flavorizantes artificiais se seguiram mais recentemente a introdução por parte da industria alimentar do uso de gorduras modificadas denominadas gorduras trans que aumentam não apenas a crocrância e a durabilidade dos alimentos, mas estão intimamente associadas ao desenvolvimento de doenças cardiovasculares – Não sendo por isso, permitido mais seu uso em países escandinavos e no Canadá por exemplo.

No entanto, é preciso esclarecer que em muitos casos, os resultados de saúde podem ser melhorados, dependendo do acesso preventivo e precoce a diagnósticos e à serviços médicos apropriados, garantia de tratamento terapêutico, acesso a informação e possibilidade de escolhas individuais que incluem desde a prática de exercícios diários, a proteção de ambientes públicos livres de tabaco (doenças pulmonares crônicas, cânceres) e uma alimentação mais saudável, com por exemplo baixos índices de sódio, ausência total de gorduras trans em alimentos ( doenças cardiovasculares) e a criação de instituições idóneas que meçam os índices da quantidade de agrotóxicos ( associados a cânceres), em partes por bilhão(ppb.) e mesmo por trilhão (ppt.) compatíveis com as exigências da FAO (órgão da ONU responsável pelo controle  da produção de alimentos) e de outros órgãos reguladores europeus e  americanos como o USDA e o FDA.

O Pedágio cobrado pelo Tabaco no Brasil e no Mundo

Entre as doenças crônicas não transmissíveis, vale ressaltar que entre as três maiores causas evitáveis, duas são ocupadas pelo uso de derivados de tabaco. O tabagismo ativo em primeiríssimo lugar seguido na segunda colocação pelos acidentes automobilísticos e na terceira posição pelo tabagismo passivo ou secundário.

É preciso lembrar que o  tabagismo por si só é considerado uma patologia que possui um CID (Código Internacional de Doença) próprio para designá –la, o F17.2. O tabagismo responsabiliza-se pela geração de 52 outras doenças, de maneira que pode-se ilustrar o seu poder de dano ao constatar, ser o principal causador das doenças não comunicantes, provocar 30% de todas as mortes por câncer, inclusive o câncer de pulmão, líder de óbitos desta patologia tanto entre homens quanto em mulheres nos Estados Unidos e no Brasil; E responsabilizar-se por 80% dos óbitos da Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC), popularmente conhecida como enfisema pulmonar e bronquite crônica.

Pedágio Caro Cobrado em Vidas:

  •  Uso de tabaco matou 100 milhões de pessoas no século 20. Se as tendências atuais continuarem, o tabaco matará um bilhão de pessoas no século 21.
  • O tabaco mata no mundo mais de 5 milhões de pessoas por ano e responde por um em cada 10 mortes entre os adultos.
  • O tabaco matará mais de 8 milhões de pessoas no mundo anualmente até o ano de 2030, com 80 por cento dessas mortes em países de baixa e média renda.
  • O fumo passivo mata mais de 600.000 pessoas em todo o mundo a cada ano, incluindo 165.000 crianças.
  •  A produção de tabaco provoca danos ao meio ambiente por usar agrotóxicos em demasia, poluir e inutilizar os lençóis freáticos, além de desviar terrenos agrícolas que poderiam ser usados para produzir alimentos.

Pedágio no Brasil:

Os custos com o tabaco no Brasil, segundo estudo do Banco Mundial realizado levando em consideração as internações hospitalares associadas ao tabagismo ocorridas no SUS entre 1996 a 2005, giram em torno de Us$ 500 milhões de dólares.

Aproximadamente R$ 340 milhões (Reais) é gasto apenas com internações para os casos de câncer, doenças cardiovasculares e respiratórias atribuíveis ao tabagismo. Soma que equivale a quase 30% dos custos hospitalares totais do SUS para o tratamento dessas enfermidades.

Lembre: Isto decorre do fato do tabagismo estar relacionado a tipos de patologias diferentes, gerando outros 52 códigos internacionais de doenças. Por isto, o fumo leva a um número de óbitos de cerca de 200.000 pessoas por ano no Brasil, matando mais que a Malária, a Varíola e a AIDS juntas, segundo dados do  INCa e do Ministério da Saúde.

Recentemente o IBGE revelou que o número de fumantes no Brasil é de 24,6 milhões, e destes 81,3% (20 milhões), estão acima de 18 anos. E segundo o Datafolha há em relação ao cigarro uma opinião favorável ao aumento de impostos, com 63% da população acenando favoravelmente, e 88% concordam que impostos pagos pela indústria deveriam ir para o setor de saúde, podendo constituir uma solução para o não retorno da impopular CPMF, e ao mesmo tempo equilibrar o orçamento governamental.

Em 2011 o governo brasileiro adotou finalmente uma medida histórica para proteger a saúde pública de mais de 190 milhões de brasileiros ao promulgar uma lei de controle abrangente do tabaco. Assinado pela presidente da república, a nova lei tornou o Brasil o maior país do mundo completamente livre do fumo ativo e passivo.

Entrementes, vale ressaltar que outros ajustes ainda são necessários como a proposição para se proibir venda de cigarros em perímetro escolares, popularizar a espirometria – teste para avaliar a função pulmonar e que permite diagnósticos mais precocemente da DPOC ( o popular “teste do sopro”) assim como uma maior vigilância para coibir a venda avulsa do produto, o que poderia em muito melhorar a proteção junto a crianças e adolescentes. Afinal, a nicotina comprovadamente é a droga que provoca mais mortes no mundo e é diretamente responsável por mais de 90% dos casos de câncer de pulmão, doença com prognóstico ruim e extremamente letal.

Com relação as doenças crônicas algumas soluções podem ser apontadas como sugestões e serem adotadas não apenas pelo poder publico, mas que devido ao grande ganho que podem proporcionar tanto em saúde como em termos de produtividade econômica,  deveriam ser obrigatoriamente do conhecimento e perseguidas pelos administradores de planos de saúde privados e pelos empresas e industriais brasileiros como a OGX, Gerdau, Embraer, Azul Linhas Aéreas, FiESP, os Sinduscon  etc.:

  1.  Que pelo menos 80% das doenças cardiovasculares, derrames cerebrais e diabetes mellitus tipo 2; e 40% dos casos de cânceres poderiam ser previniveis ao se incentivar uma dieta saudável, a prática de exercícios regulares, e evitando-se o uso de todos derivados do tabaco como por exemplo cigarros ou Narguilé;
  2. Que a OMS estima que se houvesse uma redução adicional de 2% no numero de mortes por doenças crônicas no Brasil, nos próximos 10 anos, isto permitiria ao país um ganho econômico de 4 bilhões de dólares – dinheiro este que poderia ser aplicado em Saúde e educação.  Oque possibilitaria eliminar assim o pior peso que uma terra pode suportar que é a ignorância.

FONTES:

OMS – Organização Mundial da Saúde;

PulmaoSA – Sua Atmosfera, Sua Vida! http://pulmaosa.com.br

Siga a PulmaoSA no Twitter: http://twitter.com/PulmaoSA

Be a friend : Facebook PulmaoSA: http://www.facebook.com/PulmaoSA

The toll charged for Chronic Diseases in Brazil, USA and the World

16 de março de 2012 Comentários desligados

The toll charged for Chronic Diseases in Brazil, USA and the World

If an exercise or do a search on the most comprehensive reported by national and international media in mid-march 2012, we came coincidentally with a few facts that concern so urgent and so immediate society (or the media itself) : Economic Crisis in Europe and the United States, the Afghanistan crisis, the Brazilians travel abroad, a record of tax incessantly beaten by the government in Brazil, and violence both real life and virtual …
Very rarely has been observed that news will affect our daily life in 5 or 10 or 50 years.
There is an automatic search for media events that have impacted or will impact in the coming seconds, minutes, days, and would risk a maximum in the coming months.
The exploration of events that will occur in larger ranges become increasingly rare, except perhaps the 2014 World Cup and the Olympics in London in 2012 and the Election of the next president of the United States among a few others .. .

Although the World Health Organization (WHO) has made numerous warnings, a fact that has gone slightly unnoticed are the impacts and consequences caused by chronic diseases today and in the next 20 years.

But what is Chronic Disease?

Chronic diseases are prolonged conditions that often do not improve and are rarely cured completely.
There are those that are transmitted as tuberculosis, Chagas disease, hepatitis, AIDS, etc.., And those who are called non-communicable diseases (also called non-communicating) and among which include diabetes, dementia, cancer, congestive heart failure, COPD (Chronic Obstructive Pulmonary Disease) bronchial asthma.
The increasing incidence of chronic disease is a challenge for health services in Brazil and worldwide.

Chronic diseases are by far the leading cause of death worldwide, accounting for 63% of all deaths. Of the 36 million people who died from chronic diseases in 2008, nine million were under 60 years and ninety percent of these premature deaths occurred in low and middle income.

In Brazil 72% of all deaths were attributed to non-communicable diseases in 2007.

Over the next 10 years the WHO projects an increase of 22% to 10 million deaths from chronic noncommunicable diseases in Brazil, and cardiovascular disease as the major cause. Morbidity and mortality from noncommunicable diseases are greater in the poor. The most common causes associated with chronic diseases in Brazil are listed in Figure 1.

Fig 1 – Deaths designed for chronic diseases in Brazil. Adapted from WHO NCD Country Profiles 2011.

  • Why are chronic diseases have such an impact on health?

The Chronic diseases have a profound effect on the physical, emotional and mental well-being of individuals, often making it difficult to continue with normal daily activities and relationships. This implies severe personal cost with high impact on health that is associated with economic costs, since labor is associated with absenteeism, sick leave involving lead removal in temporary or even permanent job generating early retirement and therefore drop the index productivity of the country.

  • What are the risk factors? How to reduce the risk of chronic diseases?

Risk factors for chronic diseases are associated with both genetic and acquired the criteria as dietary habits and the amount of vegetables and fruit (fiber) consumed, the concentration of sodium (salt), fat, trans fat (industrialized) and behavioral as the use of tobacco and its derivatives.
Remember that all food processing industry that generated gains in scale adopted in the 19th and 20th centuries, have adopted practices that have raised since the quantities of pesticides and agrochemicals for food production to the levels of fat, salt, sugar, and other food preservatives, many of artificial origin. Sweeteners and artificial flavorings followed more recently by the introduction of the food industry’s use of modified fats called trans fats that increase not only the food durability, but are closely associated with the development of cardiovascular disease – There is therefore, a total prohibition of its use in Scandinavian countries and Canada for example.
However, we must clarify that in many cases, health outcomes can be improved, depending on access to preventive and early diagnosis and appropriate medical services, guarantee of therapeutic treatment, access to information and the possibility of individual choices ranging from the daily exercise, the protection of public smoke-free places (chronic lung diseases, cancers) and a healthier diet, with such low levels of sodium, total absence of trans fats in foods (CVD) and the creation of suitable institutions indexes that measure the amount of pesticides (associated with cancers), in parts per billion or trillion (ppb. or ppt.) compatible with the requirements of FAO (the UN body responsible for controlling the food production) and other European regulators and the U.S.D.A. and also the Food and Drugs Administration (FDA).

  • The toll charged for Tobacco in Brazil and the World

Among the chronic diseases, it is noteworthy that among the three major preventable causes, two are occupied by the use of tobacco products. The first and foremost active smoking in second place followed by traffic accidents and in third place by passive smoking or secondary.

You have to remember that smoking itself is considered a pathology that has its own  ICD (International Classification of Disease)  to designate it, the F17.2.

Smoking is responsible for the generation of 52 other diseases, so that you can illustrate your power to see damage to be the main cause of disease is not communicating, causing 30% of all cancer deaths, including Lung cancer, head of the pathology of deaths among both men and women in the United States and Brazil, and be responsible for 80% of deaths from chronic obstructive pulmonary disease (COPD), popularly known as emphysema and chronic bronchitis.

The US Toll Charged for Chronic Diseases

Just to compare the US proportionally mortality is:

Cardiovascular Diseases answers for 35%; Cancers for 23%; Respirtory Diseases 7%; Diabetes 3%; Injuries 7%; Communicable, maternal, perinatal and nutritional comditions 6%; Other NCDs 19%;

  • Toll Charged in Lives:

Tobacco use unfortunatelly killed 100 million people in the 20th century. If current trends continue, tobacco will kill a billion people in the 21st century.

• Tobacco kills in the world more than 5 million people per year and accounts for one in 10 deaths among adults.
• The tobacco will kill more than 8 million people worldwide each year until the year 2030, with 80 percent of those deaths in low and middle income.
• Secondhand smoke kills more than 600,000 people worldwide each year, including 165,000 children.
• Tobacco production damages the environment by using too many pesticides, pollute groundwater and disposal, in addition to diverting agricultural land that could be used to produce food.
Toll in Brazil:
The costs of tobacco in Brazil, according to World Bank study carried out taking into account the tobacco-related hospitalizations occurred in the Public Service named SUS from 1996 to 2005, revolve around Us $ 500 million.

In Brazil, approximately R$ 340 million (Real$) is spent on hospitalization only for cases of cancer, cardiovascular and respiratory diseases attributable to smoking. Sum equivalent to almost 30% of total hospital costs for health care to treat these diseases.
Remember: This follows from the fact that smoking be related to different types of conditions, generating another 52 international code of diseases. Therefore, smoking leads to a number of deaths of about 200,000 people per year in Brazil, killing more than Malaria, Smallpox, and AIDS combined, according to the Brazil’s National Cancer Institute and the Ministry of Health.
The Brazilian National Institute of statistics (IBGE) has recently revealed that the number of smokers in Brazil is 24.6 million, of which 81.3% (20 million) are over 18 years. And according to the Datafolha there in relation to smoking a favorable opinion to the tax increase, with 63% of the population in favor of waving, and 88% agree that taxes paid by the industry should go to the health sector and can provide a solution to the non-return the CPMF unpopular, while balancing the government budget.
In 2011 the Brazilian government finally adopted a historic measure to protect public health from more than 190 million Brazilians to enact a comprehensive law on tobacco control. Signed by the president Rousef, the new law has made Brazil the largest country in the world completely free of active and secondhand smoking.
Meanwhile, it is noteworthy that further adjustments are still needed as the proposition to ban sale of cigarettes at school perimeter, popularize the spirometry test – to assess lung function and allows earlier diagnosis of COPD (the popular test of breath”) as well as increased surveillance to curb the sale of spare product, which could greatly improve the protection among children and adolescents.  After all, nicotine is a proven drug that causes more deaths worldwide and is directly responsible for more than 90% of cases of lung cancer, a disease with poor prognosis and extremely lethal.
Regarding chronic diseases some solutions can be identified as suggestions and are adopted not only by public power, but that due to the gain that can provide both health and in terms of economic productivity, would be required knowledge and persecuted by administrators private insurers and the companies and industrialists such as OGX, Gerdau, Embraer, Azul Airlines,  Jet Blue, Boeing, Apple, Walgreens, Ford, General Eletric, etc..

  1. That at least 80% of cardiovascular disease, stroke and type 2 diabetes and 40% of cases of cancers could be preventable when encouraging a healthy diet, regular exercise, and avoiding the use of all derivatives such as tobacco or cigarettes Nargileh;
  2. WHO estimates that if there was an additional reduction of 2% in the number of deaths from chronic diseases in Brazil over the next 10 years, this would allow the country to an economic gain of $ 4 billion – money that could be applied in Health and education. Thus eliminating the worst weight that a land can support… which is ignorance!

SOURCES:
WHO – World Health Organization: NCD Country Profiles, 20011

PulmaoSA –  LUNGS: Your atmosphere, Your Life!

Follow PulmaoSA on Twitter PulmaoSA
Facebook PulmaoSA

Ética Deve ser Global, e não local

11 de março de 2012 Comentários desligados

Ética Deve ser Global, não local

                                    Dr. Marcos Nascimento, MD.

Nesta semana ocorrerá reunião da diretoria da agencia reguladora do Brasil –ANVISA- em se que abordará a questão da proibição/restrição da adição de açucares, aromatizantes ou flavorizantes que dêem sabores ao tabaco e aos seus subprodutos como os cigarros.

Resumidamente há três focos a serem discutidos nesta reunião:

1.    O Tabagismo e suas consequências para a Saúde Pública:

O Tabagismo por estar associado a mais de 50 doenças, é tido como a maior preocupação da Organização Mundial da Saúde, ocasionando ruína pessoal e mortes em escala global na ordem de 200.000/ ano no Brasil e Seis Milhões de pessoas no mundo 1

A adição de quaisquer tipos de açúcares e ou aditivos à base de menta e outros aromatizantes, reconhecidamente aumentam tanto o poder da adição da nicotina ( vício), como a liberação de várias toxinas como o alcetaldeído 2, estimulando desta forma a iniciação dos jovens e adolescentes a produtos derivados de tabaco, principalmente os cigarros, mas também  no fumo usado para charutos, cachimbos e narguilé por exemplo.

2.    A versão da Indústria Tabagista:

 A indústria tabagista internacional  age conforme o esperado para uma empresa que possui ações na bolsa de valores justificando o lucro do seu negócio perante os seus acionistas. Para isso, nega as evidências científicas de que o açúcar aumenta o poder viciante da nicotina.

Outrossim, a Indústria do fumo tenta transformar a discussão focando apenas a questão econômica a respeito de uma commoditie internacional e as decorrentes consequências nos mercados local e internacional de tabaco, regateando sobre o quanto a proibição dos flavorizantes e do açúcar poderá  afetar as exportações brasileiras, e em concomitância…  o seu  lucro!

 3.    O Papel da Agencia Nacional de Vigilância Sanitária –ANVISA:

Por definição, a agência reguladora foi criada para defender o interesse da população, isto é o interesse de todos os cidadãos brasileiros que pagam os seus impostos e confiam que sempre a postura ética será tomada em favor dos interesses da Saúde Pública, conforme descrito na página virtual na internet da própria ANVISA ( veja a figura abaixo).

Missão da Anvisa

 

Ao envolver os danos provocados pelo tabagismo, a discussão do dia 13 de março abordará uma causa de preocupação mundial em relação a vida humana, e será sobretudo sobre Ética.  Mas o que é a Ética? A Ética dos negócios pode ser aplicada ou adaptada de acordo com regras locais ou deve ser a mesma globalmente?

Avaliando os argumentos da indústria tabagista, não se consegue descobrir como líderes de organizações empresariais podem atuar com um conjunto de princípios em sua terra natal e outra no exterior. Em se tratando de princípios, a Ética DEVE ser GLOBAL e NÃO local!

Portanto, o que estamos discutindo aqui, e o que se discutirá em Brasília na próxima terça-feira (13 de março), é se a Ética funciona ou não no mundo real.

Ética numa definição simples de Paulo Coelho: “ É a preocupação com o seu vizinho, é pensar duas vezes antes de agir em benefício próprio ( vídeo em Inglês)

E sobretudo, se quando somos instados a defender a Ética e reconstruir as ruínas do sistema,  possamos recolocar a Saúde Humana próxima dos valores do coração e não ao lado do dinheiro.

Em suma, espera-se que a Ética compareça `a reunião da diretoria da Agência Reguladora brasileira, e não se  resuma apenas a uma definição virtual em sua página da internet, e  que esteja sim, de fato, alinhada com o mundo real.

FONTES:

  1. 1.    OMS – Organização Mundial de Saúde
  2. 2.    Talhout et al, 2007:  sugars in tobacco
  3. 3.    ANVISA – Web Page
  4. 4.    Paulo Coelho, YouTube free Video

 

 

 

Ethics Must Be Global, Not Local

11 de março de 2012 Comentários desligados

ANVISA

Ethics Must Be Global, Not Local

Marcos Nascimento, MD.


This week will be a board meeting of the Brazil’s regulatory agency ANVISA- in that will address the issue of prohibition / restriction of added sugars, and other substances that give flavor to tobacco and its derivative-products such as cigarettes.
Briefly there are three spots to be discussed at this meeting:
1. The Smoking and its consequences for public health:

→ The Smoking to be associated with more than 50 diseases, is considered the biggest concern of the World Health Organization, causing personal ruin and death on a global scale of the order of 200,000 per year in Brazil and six million people worldwide. 1
→ The addition of sugars and any additives or based mint and other flavors, both known to increase the power of addition of nicotine, by the release of various toxins such as alcetaldeído 2, thereby stimulating the initiation of young and adolescents to tobacco products, especially cigarettes, but also used to smoke cigars, pipes and Narguilé water pipe for example.

2. The version of the Smoking Cessation Industry:

→ The international tobacco industry acts as expected for a company that owns shares in the stock market justifying the profit of your business before their shareholders. For this reason, denies the scientific evidence that sugar increases the addictive power of nicotine.
Moreover, the tobacco industry tries to turn the discussion focus only the economic question about an international commodity and the resulting consequences in the local and international tobacco, haggling over how much the ban on flavorings and sugar can affect Brazilian exports, and concomitantly … The Tobacco Industry’s profit!

3. The Role of the Brazil’s National Sanitary Surveillance Agency-ANVISA:

→ By definition, the regulatory agency was created to defend the interest of the population, ie. the interest of all citizens who pay their taxes and trust that the matters will be always discussed through the ethical stances, taken in the interests of public health, as described in virtual page on the Internet’s own ANVISA (The image below).

ANVISA Mission/ Missão da ANVISA

By involving the damage caused by smoking, the discussion of the Next Tuesday, March 13 address an issue of worldwide concern about human life, and will be mainly on Ethics. But the question here are: what is Ethics?  Can the Ethics of business be adapted according to local rules or should be globally the same ?
Evaluating the arguments of the tobacco industry, it can not figure out how leaders of business organizations can act with a set of principles in their homeland and a different one overseas. In terms of principles, ethics MUST be global and not local!

So what we are discussing here, and what will be discussed in Brasilia next Tuesday (March 13), is whether or not ethics works in the real world.

Ethics in a simple definition of Paulo Coelho: “It is the concern for your neighbor, It’s about how you must to think twice before acting on your own benefit.”


And especially when we are called upon to defend the ethics and rebuild the ruins of the system, we can replace the Human Health values close to the heart and not next to the money.
In short, it is expected that the Ethics attend  at the board meeting of the Brazilian Regulatory Agency -ANVISA, and not just summarize a virtual setting in its’ web page, but that is actually aligned with the real world.

SOURCES:
1. WHO – World Health Organization
2. Talhout et al, 2007: sugars in tobacco
3. ANVISA – Web Page
4. Paulo Coelho, free YouTube Video

%d blogueiros gostam disto: