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Posts Tagged ‘tabagisme’

Cai fora do Cigarro mlk! Hey kids say NO to smoking!

22 de junho de 2011 Comentários desligados

Cai Fora do Cigarro MLK!


 

Economize, Viva Melhor & … Saudável!

18 de fevereiro de 2011 Comentários desligados

Economize, Viva Melhor & … Saudável!

Dos inúmeros dilemas enfrentados pela sociedade no século 21, as questões  a respeito do tabaco pode muito bem ocupar o o topo da lista de urgência, devido a escala e o potencial de devastação. E não só por causa dos problemas associados à saúde pública, mas também porque ele é responsável por gerar custos ambientais e econômicos.

Os cigarros são responsáveis por aproximadamente 443.000 mortes por ano nos Estados Unidos, o que equivale dizer que: uma em cada cinco óbitos nos Estados Unidos tem como causa o tabagismo.

As doenças crônicas causadas pelo tabagismo geram sobrecarga no sistema de saúde e impacta a economia devido a perda de recursos econômicos, uma vez que é responsável por ocasionar mais de 52 doenças além de perda de produtividade para as empresas. A carga econômica do uso do cigarro impacta o erário americano em mais de 193 bilhões de dólares anualmente em custos de saúde e perda de produtividade (1). No Brasil, o impacto chega a 9,6% dos custos do SUS.

O tabagismo é considerado pela Organização Mundial de Saúde a principal causa evitável de morte (2).

A rede multi- nacional Wal-Mart é provavelmente o número um em venda de cigarros nos Estados Unidos  tanto no varejo quanto no atacado ( Sam’s Club). E está entre os maiores vendedores do produto também no Brasil.Desde 2009 a Wal-Mart mudou seu slogan para Economize e viva melhor. Mas, dado o supracitado, fica aqui a seguinte questão:

Será que não estaria na hora da empresa analisar a sua real necessidade de vender este produto? A resposta é um sonoro SIM!

Um sonoro “SIM,” oferecendo melhor saúde para todos os seus consumidores, contribuindo para dar exemplo;
Um sonoro “SIM” para minorar a incidência do câncer de pulmão, da DPOC, e 50 outras doenças;
Um retumbante “SIM” que estaria de acordo com o código de ética da própria a Wal-Mart;
Um sonoro “SIM” para continuar a estar entre as melhores empresas no ranking do Índice de Responsabilidade Social (IRS) da Bolsa de Valores de Nova York (NYSE), valorizando suas ações para seus investidores.
E finalmente, um sonoro e retumbante “SIM,” associando o “Economize: Viva melhor,” à Saúde, numa lição de Cidadania Corporativa.

Fontes:

* (1). CDC  USA

* (2). Organização Mundial da Saúde (OMS): Iniciativa Livre de Tabaco.

Estados Americanos falham no Combate a Epidemia de Tabaco – American States fail to Fight Epidemic of Tobacco

22 de janeiro de 2011 Comentários desligados

Estados Unidos - USA map

Estados Americanos falham no Combate a Epidemia de Tabaco

(PULMAOSANEWS)- Segundo relatório da American Lung Association publicado na última quinta-feira, 14 de Janeiro, a grande maioria dos Estados Americanos falhou no combate a epidemia de tabagismo.

Enquanto o governo federal começou em 2010 a implementar políticas de controle do tabaco possibilitada pela lei de Prevenção e Controle do Tabaco, que deu a  Agencia de Controle e Vigilância Sanitária – “Food and Drug Administration” (FDA) novos poderes para regular o tabaco,  os Estados em contrapartida tomaram poucas providências para prevenir ou controlar o tabagismo, e alguns inclusive, desviaram fundos destinados ao controle tabágico  para resolver os déficits de orçamento geral.

Fig.2- Tabagismo:Perda de Recursos - Smoking: unwise use of money

Isto pode ser considerado um tiro no pé do orçamento de saúde destes mesmos estados, segundo o Dr. Marcos Nascimento, Editor chefe da PULMAOSA, pois aumentará os gastos com as doenças tabaco relacionadas e perda de produtividade. A cada ano 443.000 americanos morrem por doenças relacionadas ao tabaco diretamente ou  devido a exposição secundária ou passiva, o que faz do tabagismo a causa numero 1 em morte evitável. Os custo anual para a Economia americana é da ordem de 193 milhões  de dólares com saúde e perda de produtividade.

Ranking dos Estados

A American Lung Association  classificou os Estados em  quatro grandes conceitos: 1. A regulamentação dos produtos derivados de tabaco; 2. Medidas de Prevenção; 3. Impostos; e 4. Lei de ambientes livres de fumo.

Nenhum Estado obteve a nota máxima para os 4 quesitos. Somente cinco Estados foram aprovados nos quatro quesitos, são eles: Arkansas, Montana, Maine, Oklahoma e Vermont.

Estados que Falharam em Todos os Requisitos:

Oito estados obtiveram nota “F” em todos os quesitos: Alabama, Kentucky, Mississipi, Missouri, North Carolina, South Carolina, Virginia e Virginia Ocidental.

FLORIDA

A FLORIDA Recebeu o conceito B em ambientes livres de tabaco, D em impostos, oque significa que não adota a taxação mínima exigida de U$ 2,90 por maço. E recebeu 2 conceitos F (Falha) nos critérios de prevenção e gastos adequados; e em promoção de tratamento ( veja figura 3). Estes dados apenas confirmam a necessidade local  de um programa voltado para educação, prevenção e formação de opinião destinado a proteção do setor 3E: Estado, Empresas e Escolas afim de cumprir o objetivo principal que é a prevenção das doenças tabaco relacionadas, a prevenção da iniciação, assegurando proteção a vida das gerações presente e futuras.

Governo Federal

O Governo Federal recebeu grandes elogios por parte da American Lung Association por melhorar a legislação que expande o acesso ao tratamento do tabagismo, incluído a necessidade de cobertura para os associados aos planos privados de saúde, restringindo o acesso de derivados de tabaco às crianças, e o FDA implantou novos controles sobre os cigarros eletrônicos ( e-cigarettes). Porém o Governo Federal recebeu um D, pois os Estados Unidos não ratificaram ainda a Convenção Quadro para o Controle do Tabaco, tratado da ONU que regulamenta as ações dos países conforme proposição da Organização Mundial de Saúde.

 

Fontes:

PULMAOSANEWS- PULMAOSA – Sua Atmosfera, Sua Vida ®

American Lung Association’s State of Tobacco Control Report

 

ENGLISH


Fig3- Florida data - American Lung Association

American States fail in Fighting Tobacco Epidemics

(PULMAOSANEWS) – According to the American Lung Association report published last Thursday, January 14, the vast majority of American States failed to combat the tobacco epidemic.

While the federal government began in 2010 to implement tobacco control policies made possible by the Law on Prevention and Tobacco Control, which gave the Agency for the Control and Surveillance – “Food and Drug Administration (FDA) new authority to regulate tobacco, States in turn have taken few steps to prevent or control tobacco use, and some even diverted funds intended for the smoking control to solve budget deficits.

This can be considered a shot in the foot of the health budget of these same states, according to Dr. Marcos Nascimento, Editor-in-chief PULMAOSA. Each year 443,000 Americans die from tobacco-related diseases directly or due to secondhand smoking which makes the number one cause of preventable death. The annual cost to the American economy is on the order of 193 million dollars on health care and lost productivity.

The Good and the bad on Tobacco Laws

The American Lung Association ranked the states and Federal Government in four major areas: 1. Regulating Tobacco products; 2. Prevention and wellness; 3.taxes; and 4. Smoke-free laws.

No state earned the top score for the four areas. Only five states have passed in the four questions, they are: Arkansas, Montana, Maine, Oklahoma and Vermont.

States that failed all requirements:

Eight states had grade “F” on all counts: Alabama, Kentucky, Mississippi, Missouri, North Carolina, South Carolina, Virginia and West Virginia.

FLORIDA

The Florida State Received the concept B in smoke-free environments, D in taxes, which means that does not adopt the tax threshold of $ 2.90 per packet. Florida also received two concepts F (Faillure) in the criteria for adequate prevention and expenses, and in promoting treatment cessation (see figure). These data only confirm the need for a local program aimed at education, prevention and formation of opinion for the protection of the sector 3S: State ( Government), S.A.( Business companies) and Schools ( Children and youth) in order to achieve the main goals that are being the prevention of smoking-related diseases, the prevention of initiation, ensuring protection to the lives of present and future generations.

Some things urge to protect children as PULMAOSA suggestion to Disney quits smoking from its parks.

Federal Government

The Federal Government has received great praise from the American Lung Association because improve the legislation that expands access to smoking cessation treatment, including the need of treatment cover for those associated with private health plans, restricting access of tobacco to children, and FDA has implemented new controls on the electronic cigarettes (e-cigarettes). But the federal government received a D, because the U.S. has not yet ratified the Framework Convention for Tobacco Control, UN treaty which regulates the actions of countries according to the proposition of the World Health Organization.

Sources:

PULMAOSANEWS-PULMAOSA – Your atmosphere, Your Life ®

American Lung Association’s State of Tobacco Control Report

Categorias:Crianças/ Children, DPOC / COPD, Pare de Fumar / Quit, Principal Tags:, , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

As Táticas de Marketing da Indústria Tabagista * Marketing tactics of tobacco industry

1 de outubro de 2010 Comentários desligados

Táticas de Marketing da Indústria tabagista

Desde os primórdios da descoberta do tabaco há menções associadas aos seus riscos a saúde como o decreto sobre o fumo do Rei da Inglaterra George em 1604, onde abordava que o tabaco provocava dor de cabeça e problemas de pulmão…

Com o consumo do tabaco sob a forma industrializada dos cigarros surgem ditos  populares como “Tosse de Fumante”  “Dedos de fumante” e nos Estados Unidos, no início do século XX, cigarros eram chamados de “pregos de caixão.”

Como então continuar no “negócio” e inclusive aumentar as vendas de um produto que literalmente mata os seus consumidores?

A fim de afastar “qualquer Risco” para o negócio, a Indústria tabagista, muito antes de existir as profissões de administrador de empresas e de profissionais de marketing, começa a fazer anúncios e a praticar o que hoje conhecemos como práticas de Marketing.

A indústria de cigarros inicia a resposta a pergunta acima, com a estratégia da contra propaganda ao associar seu produto acredite a… Saúde!

Para isso contrata radialistas (que em 1920 tinham projeção similar as estrelas de cinema, de séries de TV ou jogadores de futebol hoje), Esportistas, Atores de Hollywood,como John Wayne e Ginger Rogers.Nas décadas  de 1940 a 1960 incorpora profissionais com alto crédito na sociedade americana e mundial como enfermeiras, médicos, dentistas, cientistas e até astronautas para passar idoneidade as marcas de cigarros.

A Winston associa-se a estúdios de desenhos animados como podemos ver no vídeo abaixo dos Flinstones:

A tática de associar-se aos esportes é prática corrente também hoje em dia, vide os anúncios em corridas de Fórmula Indy e de Fórmula 1- sempre aliando imagens de juventude, frescor, desejos, superação e vitórias. Há pesquisas de mercado que indicam que produtos anunciados durante uma corrida da Nascar são os preferidos por 70% dos espectadores em detrimento de outros produtos com qualidade similar. As corridas de carros atraem uma gama enorme de audiência jovem, alvo preferencial das companhias de cigarros.

A mulher é outro foco preferencial como se pode observar nas refinadas propagandas dirigidas a este público – abordando liberdade, sucesso, independência financeira, beleza, poder de decisão. Há um direcionamento às mulheres do mundo inteiro fazendo analogias inclusive a marcas famosas de perfumes, como a propaganda do nº9. Até mesmo a reengenharia das embalagens que se tornam mais finas, com o objetivo de caber em qualquer bolsa feminina. Isto é confirmado pelos documentos da própria indústria que vieram a público durante os julgamentos do governo dos Estados Unidos versus as companhias de cigarros.

“Ao público feminino também é reservado às estratégias dos cigarros com alcatrão e nicotina reduzidos” e os cigarros com sabores os mais variados como cravo (Kreteks), canela, menta, baunilha, e chocolate. Cabe aqui um alerta, pois se trata mais uma vez de uma propaganda altamente enganosa, visto que nicotina provoca dependência química em qualquer concentração.

Nos países em que há leis de proteção a saúde pública com a proibição do fumo em áreas públicas, as companhias de cigarros se especializaram em práticas de marketing de guerrilha. Sendo assim, agem:

  • Em ambientes universitários convidando atores e personagens de mídia para palestras nos chamados “Diálogos Universitários.”
  • Patrocinando eventos desde concertos de rock na indonésia a encontros de DJ no Brasil;
  • Patrocinando e montando pontos de venda localizado nos caixas dos estabelecimentos, apresentando layouts cada vez mais coloridos com letras e palavras em inglês, e com designer e luminosidade altamente sofisticados. Isso tudo em meio a balas, doces e revistas destinadas ao público infanto-juvenil.

A exposição acima mostra que a indústria de cigarros se especializou sim em Marketing na administração e divulgação de seus produtos: O Marketing da propaganda enganosa. E para constatar isso não é preciso nem ler este texto. Como o ditado popular chinês apregoa: As imagens  falam!

FONTES:

PULMÃO S.A. – Sua Atmosfera, Sua vida!

Legacy Tobacco Documents Library – California University

PUCPR

INCA- Instituto Nacional do Câncer- Brasil

 

ENGLISH

 

Marketing tactics of tobacco industry

Since the early days of the discovery of tobacco there are entries associated with their health risks like smoking decree of King George of England in 1604, where he addressed that tobacco caused headaches and lung problems …

With tobacco consumption in the form of cigarettes come industrialized popular sayings as “smoker’s cough” smoker’s fingers “and the United States in the early twentieth century, cigarettes were called” coffin nails. ”

How then continue their “business” and even increase sales of a product that literally kills its consumers?

In order to remove “any risk” to their business, the tobacco industry, before there are professions of business administrator and marketing professionals begin to make announcements and to practice what we know today as Marketing practices.

The cigarette industry begins to answer the question above with the strategy of counter propaganda to associate their product to  …..Heath!

The Tobacco companies contract broadcasters in 1920 (who in 1920 had forecast similar to the Movie Stars from TV series or football players today).

Sportsmen, Hollywood actors, like John Wayne and Ginger Rogers.Nas decades from 1940 to 1960 incorporates a high professional credit in American society and world as nurses, doctors, dentists, scientists and even astronauts to pass fitness brands of cigarettes.

The Winston is associated with animation studios as we see in the video below the Flintstones as seen on the video.
The tactic of associating with sports is also common practice nowadays as seen in the Indy and Formula 1 ads – always combining images of youth, freshness, desires, victories and resilience. There is market research indicating that products advertised during a NASCAR race are preferred by 70% of viewers at the expense of other products with similar quality. Car racing attracts a huge young audience, prime target of cigarette companies.

The woman is another focus preferred as can be seen in exquisite advertisements targeted to that audience – addressing freedom, success, financial independence, beauty and discretion. There is a direction to women around the world making analogies including the famous brands of perfumes, as the propaganda of Camel 9. Even the reengineering of packaging that becomes thinner in order to fit into any handbag. This is confirmed by the industry’s own documents that became public during the trial the U.S. government versus the tobacco companies.

“When the female is also reserved to the strategies of cigarettes with low tar and nicotine” cigarettes with flavors and the most varied as carnation (kreteks), cinnamon, mint, vanilla and chocolate. It should be a warning, because it is once again a highly misleading propaganda, since nicotine is addictive chemical in any concentration.

In countries where there are laws to protect public health with the ban on smoking in public areas, the cigarette companies specialize in guerilla marketing practices. So act:

  • In university environments inviting actors and characters speaking to youth in so-called “Dialogues at University.”
  • Sponsoring events from Rock concerts in Indonesia to an DJ Meeting in Brazil;
  • Sponsoring and building Points of Sale located in boxes of establishments, with more colorful layouts with big letters and words in English also in countries whose English is not their mother language; and with designer and lighting highly sophisticated. This is all in the midst of candies, sweets and magazines targeted at children and youth.The exhibition Conference and the Flintstones’ video above show that the tobacco industry has specialized itself in marketing management and dissemination of their products: But, they have specialized in marketing hype. And to see this is not necessary even reading this text, because as the Chinese proverb proclaims: The images speak by themselves!
  • SOURCES:

    PULMAOSA –Lungs: Your atmosphere, your life! ® Legacy Tobacco Documents Library – California University
  • PUCPR Archives.
  • INCA- Brazilian National Cancer Institute.
Categorias:DR./MD., Pare de Fumar / Quit, Principal Tags:, , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

Decifrando o câncer de pulmão Cracking the code of lung cancer

24 de agosto de 2010 Comentários desligados

Fig1 Espinocelular Central Squamous cell carcinoma Tobacco relationed

CLASSIFICAÇÃO HISTOLÓGICA DO CÂNCER DE PULMÃO E A  ASSOCIAÇÃO DE ALTERAÇÕES MOLECULARES Drª Ana Paula Degham,MD. Drº Marcos Nascimento,MD.

O pulmão é uma fonte de grande número de espécimes citológica e histológica e torna-se de fundamental importância o conhecimento deste fato, pois é através da anatomia patológica, incluindo técnicas de histoquímica e imuno histoquímica, que pode-se decidir o tratamento do paciente.

A classificação histológica do câncer de pulmão:

1)    Carcinoma de células escamosas, conhecido também como epidermóide ou espinocelular;

2)    Adenocarcinomas e este pode ser proximal (brônquico) subdividido em acinar, papilar e sólido ou distal (carcinoma bronquíolo alveolar);

3)    Carcinoma neuroendócrino, subdividido em tumor carcinóide típico, tumor carcinóide atípico, carcinoma neuroendócrino de grandes células e carcinoma de células pequenas;

4) Carcinoma de células grandes 1

A maioria dos tumores malignos de pulmão, 90 a 95%, correspondem ao carcinoma broncogenico, 5% a tumores carcinóides e 2 a 5% são outros tumores do mesenquima.

O carcinoma espinocelular é mais comum em homens e correlaciona-se com historia de tabagismo         (Fig 1, e 4)

O adenocarcinoma é mais comum em mulheres e não tabagistas.São lesões mais perifericas e menores,80% contêm mucina (devido a formação glandular) e crescem mais lentamente que o carcinoma espinocelular.( Fig 2)

Fig2 Adenocarcinoma Peripherae

Outra classificação utilizada e que serve como base para determinar o tratamento:

NSCLC (da sigla em inglês: câncer de pulmão não pequenas células) refere-se a um grupo de neoplasias pulmonares que tipicamente estão associadas com o tabagismo e que não respondem aos protocolos de tratamento de carcinoma escamoso de pequenas células. Destaca-se o grupo dos adenocarcinomas: são 14 subtipos (Classificação Histológica do Câncer de Pulmão-1999).

SCLC (câncer de pulmão pequenas células) classifica-se em carcinoma neuroendócrino linfocitóide (“oat cell”), carcinoma neuroendócrino de células intermediárias e carcinoma misto (corresponde ao carcinoma de pequenas células puro mais qualquer outro tipo de carcinoma de células não pequenas). Há presença de focos de carcinoma de células não pequenas em 5 a 15% dos casos de carcinoma de pequenas células.

O carcinoma de pequenas células é altamente maligno, as células epiteliais são geralmente pequenas com pouco citoplasma ao redor e células tipo linfócitos, duas vezes maiores (esta corresponde à clássica oat cell Fig 3 ).

A microscopia eletrônica evidencia grânulos neuro secretórios similares aqueles encontrados em células neuroendócrinas ao longo do epitelio brônquico, principalmente em fetos e neonatos. Há secreção de marcadores neuro endócrinos como enolase  neurônio especifica e hormônio semelhante ao paratormônio. Apenas 1% destes tumores ocorre em não tabagistas, são tumores de localização central ou hilares e responsáveis por uma grande porcentagem de síndromes para neoplásicas. 2

Fig3 SCLC "Oat cell" carcinoma

Carcinoma grandes células: corresponde a um carcinoma anaplasico com células poligonais e núcleos vesiculares. Provavelmente representam aqueles carcinomas de células escamosas e adenocarcinomas que são muito indiferenciados, podem conter mucina intracelular, alguns com células multinucleadas (carcinoma de células gigantes), alguns com células claras (carcinoma de células claras).

Carcinoma bronquíolo alveolar: 1 a 9% de todos os cânceres de pulmão; sempre ocorre nas porções periféricas do pulmão como nódulo único ou mais frequentemente como múltiplos nódulos difusos que às vezes coalescem e produzem uma consolidação semelhante a pneumonia. Apresenta células epiteliais colunares a cubóides, altas. Esses tumores contem abundante secreção de mucina (carcinoma bronco alveolar mucinoso). O grau de anaplasia é bastante variável, mas a maioria é bem diferenciada e tende a preservar sua arquitetura ultra estruturalmente; células brônquicas secretam mucina, células claras e raramente pneumócitos tipo II. Pode ser variante mucinosa e não mucinosa. O carcinoma bronco alveolar mucinoso tem a tendência de ser multifocal e fatal. O carcinoma bronco alveolar não mucinoso é composto por pneumócitos tipo II ou células claras exibindo anaplasia nuclear e pleomorfismo celular. Embora relativamente incomuns, os carcinomas bronco alveolares tem sido foco de pesquisas durante anos. Esses tumores exibem mutações no EGFR (epitelial grow factor receptor) que conferem sensibilidade aos inibidores de tirosina-kinase (EGFR-TKI) 3,4

As evidências sugerem ainda pelo menos mais 2 alterações moleculares no desenvolvimento do cancer de pulmao: uma associada com a mutacao do KRAS, outra do HER2 e destaca-se também as mutações do BRAF. Mutações do KRAS estão associadas com historia de tabagismo. Em adenocarcinomas de não tabagistas tem sido identificadas mutações do EGFR, HER2 e mutações do BRAF.5

Carcinóide brônquico: corresponde de 1 a 5% de todos os tumores pulmão, a maioria em jovens com menos de 40 anos e a incidência é semelhante em ambos os sexos

Tumores metastáticos: estes correspondem a outro capitulo no estudo do câncer de pulmão uma vez que apresentam outra biologia tumoral. São decorrentes de câncer de cólon, mama, estômago, ovário, tumores ósseos como osteossarcoma e do próprio câncer de pulmão.

Mesotelioma maligno: são tumores agressivos e de prognóstico reservado. Correspondem a 2 a 3% das neoplasias da pleura. Acomete tanto a pleura visceral como a parietal. Nos últimos anos observa-se aumento da incidência entre pessoas submetidas a exposição ao asbesto (80% dos pacientes com exposição previa). 6 Vale ressaltar que o fumo potencializa essa exposição.

Há um longo período de até 25 a 45 anos para o desenvolvimento do mesotelioma relacionado ao asbesto. Os corpos de asbesto são encontrados  nos pulmões de pacientes com mesotelioma e geralmente estão associados a extensivo derrame pleural e invasão direta de estruturas torácicas. Histologicamente há uma mistura de dois tipos celulares (tipo sarcomatóide ou mesenquimatoso e tipo epitelial ou papilar), originando-se de células mesoteliais do revestimento seroso das cavidades pleural, pericárdica e peritoneal. 7,8,9

O asbesto promove no alvéolo uma resposta inflamatória que alcança a pleura provocando mutação celular mediante produção de radicais livres que lesam o DNA e exercem um efeito imunossupressor local. Pode também estimular a autofosforilação do receptor do fator de crescimento epidérmico nas células mesoteliais aumentando a expressão dos protooncogenes que induzem a proliferação celular. Outro fator promotor da carcinogênese é o simian vírus 40 (SV 40), DNA vírus que pode ser responsável pelo processo de carcinogênese. Produtos do SV 40 já foram encontrados em amostras de mesotelioma.10

O anátomopatológico evidencia uma ampla disseminação local com invasão de estruturas contíguas, discreto espessamento seroso ou formação de placas na superfície pleural mimetizando pleurite inespecífica.

A nova edição da classificação histológica de câncer de pulmão e pleura foi realizada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em colaboração com a Academia de Patologia e Associação Internacional de Estudo de Câncer de Pulmão (IASLC).8

Em relação à edição atual, a maior mudança em relação a classificação de 1981 para 1999 foi a introdução do conceito de tumores neuroendócrinos de pulmão.

Carcinoma de grandes células: são compostos por grandes células em diferenciação do citoplasma. Evidencia um fenótipo parcial neuro endócrino na histologia, com imuno histoquímica para cromogranina A ou sinaptofisina positivas ou ultra-estruturas demonstrando grânulos densos.

Tumores carcinóides apresentam um proeminente fenótipo neuroendócrino em sua morfologia, imuno histoquímica e achados ultra-estruturais.

Entre as categorias morfológicas mais comuns de tumores neuroendócrinos: carcinoma de pequenas células, carcinoma neuroendócrino de grandes células, carcinóide típico e carcinóide atípico. Desde esta reclassificação, a literatura tem diversas publicações sobre tumores carcinóides e em 2006 houve uma revisão dos tumores carcinóides pulmonares por Andre e cols e também mudanças nos outros tipos de tumores neuroendócrinos. 6,11

Em relação ao prognostico está bem estabelecido na literatura que dentre os 4 maiores tipos histológicos o câncer de pulmão pequenas células tem o pior prognostico em relação ao tipo escamoso, adenocarcinoma e carcinoma de grandes células.

Pacientes com carcinoma indiferenciado tem 80% de risco de óbito; 70% e 40% de risco foram observados para pacientes com carcinoma pobre e moderadamente diferenciado respectivamente.

Subclassificação baseada em biologia molecular utilizando expressão de genes tem sido explorada para caracterizar vários tipos de câncer de pulmão, incluindo os adenocarcinomas.

Técnicas de expressão genética têm sido utilizadas para desenvolver testes de diagnostico molecular para distinguir adenocarcinomas de pulmão de mesotelioma maligno utilizando líquido pleural. Depois de excluir os genes que expressam células normais do mesotélio, Holloway et al identificaram 17 genes que diferenciam entre adenocarcinoma de pulmão e mesotelioma. O aumento do uso de biomarcadores como determinantes moleculares de resposta a terapia convencional ou terapias alvo moleculares tem estimulado muitos estudos. 12

REFERÊNCIAS:

1. Churg A: Lung cancer cell type and occupational exposure, in Samet JM (Ed): Epidemiology of Lung Cancer. New York, Marcel Dekker, 1994, pp 413-436.

2. Riquet M, Foucault C, Berna P et al. Prognostic value of  histology in resected lung cancer with emphasison the relevance of the adenocarcinoma subtyping. Ann Thorac Surg 2006; 81: 1988-95.

3. Garfield DH, Cadranel JL, Wislez M, Franflin WA et al. The bronchioloalveolar carcinoma and peripheral adenocarcinoma spectrum of disease. J Thorac Oncol 2006;1: 344-59.

4. Raz DJ, Rosel R, Jablons DM. Currents Concepts in bronchioloalveolar carcinoma biology. Clin Cancer Res 2006;12:3698-704.

5. Stahel RA. Adenocarcinoma, a molecular perspective. Ann Oncol 2007; 18:147-9.

6. Britton M. The Epidemiology of Mesothelioma. Semin Oncol 2002, 29: 18-25.

7. Robinson BW, Lake RA. Malignant mesothelioma. Lancet 2005; 366:397-408.

8. Marinaccio A, Binazzi A, Cauzillo G et al. Analysis of latency time and its determinants in asbestos related malignant mesothelioma cases of the Italian register. Eur J Cancer 2007; 43: 2722-8.

9. Travis WD, Brambilla E, Muller-Hermelink HK, Harris CC (eds.). WHO Classification: Pathology and Genetics of Tumors of the Lung, Pleura, Thymus and Heart. Lyon, France: IARC Press, 2004:10.

10. Carbone H, Kratzke RA, Testa JR. The pathogenesis of Mesothelioma. Semin Oncol 2002; 29: 2-17.

11. André S, Correia JM, Raposo M et al. Pulmonary carcinoid tumors. Breathe 2006; 2: 232-31.

12. Holloway AJ, Diyagama DS, Opeskin K et al. A molecular diagnostic test for distinguishing lung adenocarcinoma from malignant  mesothelioma using cells collected from pleural effusions. Clin Cancer Res 2006;12:5129-35.

ENGLISH

Histological classification of lung cancer and association of molecular alterations

Drª Ana Paula Degham,MD. Drº Marcos Nascimento,MD.

The lung is a source of large numbers of cytological and histological specimens and becomes of paramount importance to study this, for it is through the pathological examination, including staining techniques and immunohistochemical staining, which can decide the patient’s treatment.
The histological classification of lung cancer:
1) Squamous cell carcinoma, also known as squamous cell or squamous cell;
2) adenocarcinomas and this may be proximal (bronchial) subdivided into acinar, papillary and solid or distal (bronchoalveolar carcinoma);
3) neuroendocrine carcinoma, subdivided into typical carcinoid, atypical carcinoid, large cell neuroendocrine carcinoma and small cell carcinoma;
4) a large cell carcinoma 1

Most malignant tumors of the lung, 90-95%, corresponding to bronchogenic carcinoma, carcinoid tumors to 5% and 2-5% are other tumors of the mesenchyme.
Squamous cell carcinoma is more common in men and correlates with a history of smoking.(Figs 1, 4)
Adenocarcinoma is more common in women and nonsmokers.( Fig 2)

The lesions are more peripheral and smaller, 80% contain mucin (because of glandular formation) and grow more slowly than squamous cell carcinoma.
Another classification used and serves as a basis for determining treatment:
NSCLC (the acronym in English: non-small lung cancer cells) refers to a group of pulmonary neoplasms that are typically associated with smoking and unresponsive to treatment protocols for squamous cell carcinoma and small cell. Of note was the group of adenocarcinomas: are 14 subtypes (Histological Classification of Lung Cancer, 1999).
SCLC (small cell lung cancer) ranks linfocitóide neuroendocrine carcinoma (“oat cell”) carcinoma of intermediate cell neuroendocrine carcinoma and mixed (corresponding to pure small cell carcinoma more than any other type of non-small cell carcinoma). There is presence of foci of non-small cell carcinoma in 5-15% of cases of small cell carcinoma.

Fig 4. Células Escamosas Squamous cell carcinoma

The small cell carcinoma is highly malignant, epithelial cells are generally small with little cytoplasm around like cells and lymphocytes, two times higher (this corresponds to the classic “oat cell”). Electron microscopy reveals neuro secretory granules similar to those found in neuroendocrine cells throughout the bronchial epithelium, especially in fetuses and neonates. There secretion of neuro endocrine markers such as neuron specific enolase and similar to parathyroid hormone. Only 1% of these tumors occur in nonsmokers, are tumors or central hilar and account for a large percentage for neoplastic syndromes. 2

Large cell carcinoma: anaplastic carcinoma corresponds to a polygonal cells with vesicular nuclei. Probably represent those squamous cell carcinomas and adenocarcinomas that are too undifferentiated, may contain intracellular mucin, some multinucleated cells (giant cell carcinoma), some with clear cells (clear cell carcinoma).
Bronchoalveolar carcinoma: 1-9% of all lung cancers, often occurs in the peripheral portions of the lung nodules as single or more often as multiple nodules that sometimes coalesce and produce a consolidation similar to pneumonia. Presents the cuboidal columnar epithelial cells, high. These tumors contain abundant secretion of mucin (broncho alveolar carcinoma, mucinous). The degree of anaplasia is highly variable, but most are well differentiated and tends to preserve its architecture ultra structurally; bronchial cells secrete mucin, and rarely clear cell type II pneumocytes. It may be mucinous and non mucinous variant. Broncho alveolar mucinous carcinoma has a tendency to be multifocal and fatal. Broncho alveolar carcinoma is composed of non-mucinous type II pneumocytes or clear cells showing nuclear anaplasia and cellular pleomorphism. Although relatively uncommon, broncho alveolar carcinomas has been the focus of research for years. These tumors exhibit mutations in EGFR (epithelial grow factor receptor) that confer sensitivity to inhibitors of tyrosine kinase (EGFR-TKI) 3.4
The evidence suggests at least another two molecular alterations in the development of lung cancer: a mutation associated with KRAS, HER2 and other stresses are also mutations of BRAF. KRAS mutations are associated with a history of smoking. In adenocarcinomas of nonsmokers have been identified mutations of EGFR and HER2 mutations BRAF.5
Bronchial carcinoid: corresponds 1-5% of all lung tumors, mostly in young people under 40 years and the incidence is similar in both sexes
Metastatic tumors: they represent another chapter in the study of lung cancer since it presents another tumor biology. Are due to colon cancer, breast, stomach, ovary, bone tumors such as osteosarcoma and lung cancer itself.
Malignant mesothelioma: are aggressive tumors and poor prognosis. Correspond to 2-3% of all cancers of the pleura. It affects both the visceral and the parietal pleura. In recent years there has been an increasing incidence among persons undergoing exposure to asbestos (80% of patients with prior exposure). 6 It is noteworthy that smoking enhances their exposure.
A long period of up to 25-45 years for the development of mesothelioma related to asbestos. The bodies of asbestos are found in the lungs of patients with mesothelioma and are generally associated with extensive pleural effusion and direct invasion of thoracic structures. Histologically there is a mixture of two cell types (type and mesenchymal or sarcomatoid or papillary epithelial type), originating from the mesothelial cells lining the serous cavities pleural, pericardial and peritoneal. 7,8,9
Asbestos in the alveolus promotes an inflammatory response that reaches the pleura causing mutation through cellular production of free radicals that damage DNA and exert a local immunosuppressive effect. Can also stimulate receptor autophosphorylation of epidermal growth factor in mesothelial cells by increasing expression of protooncogenes that induce cell proliferation. Another promoter of carcinogenesis is the simian virus 40 (SV 40), DNA viruses that may be responsible for the carcinogenesis process. SV 40 products have been found in samples of mesotelioma.10
Pathologic examination showed a wide spread local invasion of adjacent structures, serous slight thickening or plaque formation in pleuritis mimicking pleural surface.
The new edition of the histological classification of lung and pleura was performed by the World Health Organization (WHO) in collaboration with the Academy of Pathology and the International Association for the Study of Lung Cancer (IASLC) .8
Regarding the current issue, the biggest change over the 1981 ranking for 1999 was to introduce the concept of neuroendocrine lung tumors.
Large cell carcinoma: are composed of large cell differentiation in the cytoplasm. Phenotype shows a partial neuro endocrine histology, with immunohistochemical staining for chromogranin A or synaptophysin positive or ultrastructure showing dense granules.
Carcinoid tumors have a prominent neuroendocrine phenotype in their morphology, immuno histochemistry and ultrastructural findings.
Among the most common morphological categories of neuroendocrine tumors: small cell carcinoma, large cell neuroendocrine carcinoma, typical carcinoid and atypical carcinoid. Since this reclassification, the literature has several publications on carcinoid tumors and in 2006 there was a review of pulmonary carcinoid tumors by Andre et al and also changes in other neuroendocrine tumors. 6.11
Regarding the prognosis is well established in the literature that among the four major histological types of lung cancer small cell has the worst prognosis compared to squamous, adenocarcinoma and large cell carcinoma.
Patients with undifferentiated carcinoma is 80% risk of death, 70% and 40% risk were observed for patients with poor and moderately differentiated carcinoma, respectively.
Subclassification based on molecular biology using gene expression has been exploited to characterize various types of lung cancer, including adenocarcinomas.
Gene expression techniques have been used to develop molecular diagnostic tests to distinguish adenocarcinomas of the lung using malignant pleural mesothelioma. After deleting the genes that express normal cells in the mesothelium, Holloway et al identified 17 genes that differentiate between pulmonary adenocarcinoma and mesothelioma. The increasing use of biomarkers as molecular determinants of response to conventional therapy or molecular targeted therapies has stimulated many studies. 12

REFERENCES:

1. Churg A: Lung cancer cell type and occupational exposure, in Samet JM (Ed): Epidemiology of Lung Cancer. New York, Marcel Dekker, 1994, pp 413-436.

2. Riquet M, Foucault C, Berna P et al. Prognostic value of histology in resected lung cancer with emphasison the relevance of the adenocarcinoma subtyping. Ann Thorac Surg 2006; 81: 1988-95.

3. Garfield DH, Cadranel JL, Wislez M, Franflin WA et al. The bronchioloalveolar carcinoma and peripheral adenocarcinoma spectrum of disease. J Thorac Oncol 2006; 1: 344-59.

4. Raz DJ, Rosel R, Jablons DM. Currents Concepts in bronchioloalveolar carcinoma biology. Clin Cancer Res 2006, 12:3698-704.

5. Stahel RA. Adenocarcinoma, a molecular perspective. Ann Oncol 2007; 18:147-9.

6. Britton M. The Epidemiology of Mesothelioma. Semin Oncol 2002, 29: 18-25.

7. Robinson BW, Lake RA. Malignant mesothelioma. Lancet 2005, 366:397-408.

8. Marinaccio A, Binazzi A, Cauzillo G et al. Analysis of latency time and Its determinants in asbestos related malignant mesothelioma cases of the Italian register. Eur J Cancer 2007; 43: 2722-8.

9. Travis WD, Brambilla E, Muller-Hermelink HK, Harris CC (eds.). WHO Classification: Pathology and Genetics of Tumors of the Lung, Pleura, Thymus and Heart. Lyon, France: IARC Press, 2004:10.

10. Carbone M, Kratzke RA, Testa JR. The pathogenesis of Mesothelioma. Semin Oncol 2002; 29: 2-17.

11. Andrew S, Cooper JM, Fox M et al. Pulmonary carcinoid tumors. Breathe in 2006, 2: 232-31.

12. AJ Holloway, DS Diyagama, Opeskin K et al. A molecular diagnostic test for distinguishing lung adenocarcinoma from malignant mesothelioma using cells from pleural effusions Collected. Clin Cancer Res 2006; 12:5129-35.

Sexta feira 13 e os Mitos do Tabagismo Friday 13th and Smoking’s Myths

15 de agosto de 2010 Comentários desligados

Wall Disney Pinochio- All Rights Reserved

Os Mitos da Sexta feira 13 e do tabagismo

Tal qual o mito da sexta-feira 13 com várias histórias que não passam de superstições,há sobre o consumo de tabaco vários mitos divulgados por conta dos interesses envolvidos.

A divulgação destes mitos ou falácias é adotada como estratégia de marketing pela indústria tabagista e com o nítido objetivo de lançar uma cortina de fumaça sobre o assunto e confundir a população ao contrapor as medidas de prevenção e restrição ao consumo de tabaco.

A PULMÃO S.A. esclarece que não existe qualidades a serem exaltadas em relação ao consumo de qualquer produto derivado de tabaco. E analogamente ao mito da sexta feira 13, publica mitos ou inverdades com relação ao tabagismo:

Mito 1: O Controle do Tabagismo ocasionará desemprego:

A Indústria tabagista prega que se os governos restringirem o consumo de tabaco como prega a Convenção Quadro – Tratado Internacional proposto pela Organização Mundial de Saúde (OMS) que regulamenta o uso do tabaco – haverá perdas maciças no número de postos de trabalho.

Realidade: Dados do Banco Mundial mostram que a política de Controle do tabagismo e a criação de ambientes 100% livres de tabaco geram muito pouco ou nenhum impacto no número de empregos do setor hoteleiro ou de bares e restaurantes, uma vez que os gastos com cigarros seriam facilmente substituídos por consumo de outros produtos e serviços.1

Mito 2: “A aprovação dos artigos 09 e 10, da Convenção Quadro, a qual  recomenda a  proibição e restrição do uso de aditivos em cigarros e outros produtos similares, atinge e proíbe o uso de tabaco tipo burley.”

Realidade: A  medida proposta para os artigos 09 e 10 em nenhum momento menciona proibir o uso de nenhum tipo de tabaco.

O seu objetivo é  restringir o uso de aditivos  na manufatura de cigarros e similares, principalmente naqueles que têm  função de:

    • Aumentar o poder da nicotina em causar dependência;
    • Aumentar a atratividade para adolescentes.

Por outro lado, vale salientar que durante a combustão do cigarro, alguns aditivos se transformam em substâncias altamente tóxicas causadoras de danos a saúde, o que por si só já é justificativa para  limitar do seu uso.

É, por exemplo, o caso do açúcar que quando queimado se transforma em acetaldeído.  O acetaldeído é   considerado uma neurotoxina  porque causa degeneração em células dendríticas do tecido cerebral além de  facilitar e intensificar o efeito da dependência da  nicotina no cérebro. O alcetaldeído também é classificado como cancerígeno para seres humanos  pela Agência Internacional de Pesquisa sobre Câncer da OMS.

Documentos internos de companhias de cigarro mostram que até a década de 70 os cigarros eram fabricados quase sem nenhum tipo de aditivos e que essa tecnologia foi desenvolvida com os objetivos de potencializar a dependência dos produtos, aumentar a palatabilidade e a atratividade para facilitar a iniciação entre jovens.

Enfim, estamos novamente assistindo uma manobra para impedir uma medida que certamente contribuirá para reduzir o consumo de produtos de tabaco e suas consequências.

Isso também aconteceu durante os dois anos de discussão sobre a ratificação da Convenção Quadro  pelo Brasil, quando a industria do tabaco e suas afiliadas principalmente a AFUBRA divulgou em regiões fumicultoras e junto a parlamentares que se o Brasil ratificasse a Convenção, seria proibido plantar fumo no Brasil.2 Fato este  que consolidou-se como mais um mito!

Mito 3: Aditivos utilizados nos Cigarros são seguros porque são utilizados em Alimentos.

Realidade: Duas importantes observações precisam ser consideradas em relação ao uso de aditivos em produtos de tabaco:

  1. O primeiro é que a via de uso de grande parte desses produtos é a inalatória.
  2. E a segunda é que esses ingredientes sofrem uma série de mudanças quando submetidos à combustão em altas temperaturas.

Portanto, ao serem inalados e absorvidos pelos pulmões, esses elementos tóxicos resultantes da combustão dos aditivos NÃO são submetidos a nenhum processo de “filtragem bioquímica” pelo sistema de purificação do organismo, como acontece quando a via de entrada no organismo se dá pelo tubo digestivo, na ingestão de alimentos, ou pela pele, no uso de cosméticos.

Alguns ingredientes se tornam altamente tóxicos quando submetidos à combustão, como é o caso do tabaco.

Portanto, devido ao fato dos pulmões não terem nenhum sistema de purificação, uma

substância química que pode ser segura se aplicada na pele ou ingerida, poderá causar graves danos quando inalada pelos pulmões.3

Mito 4: “Os impostos sobre o tabaco cobrem os prejuízos com seu uso.”

Realidade: Tabagismo é responsável por ocasionar 52 doenças catalogadas no Código Internacional de Doenças (CID), sobre isto, não há dúvidas de que ocasiona um impacto sobre o Tesouro Nacional de qualquer Nação.

O Fumante tem maior número de faltas ao trabalho- 6,16 dias por ano, em comparação com os não fumantes- 3,86 dias por ano- Uma diferença de 2 dias.4 Mas o fumante também falta por causa de doenças provocadas a terceiros por fumo passivo, como em familiares, principalmente crianças. Some-se a isso, a “abstinência presencial,” que é ocasionada pela perda de horas de trabalho/ano por fumar um cigarro em horário de trabalho. Se fizermos uma conta simples, calculando este tempo em média de 5 minutos/ cigarro, esta perda chega a cerca de 10 dias por ano de trabalho ao se consumir 8 cigarros em serviço, impactando sensivelmente as empresas com perda de produtividade.

Mito 5: “Proibir divulgação nos pontos de venda fere a liberdade de expressão.”

Realidade: Sabidamente a propaganda constitui um forte atrativo para o consumo de qualquer produto. Mas os anúncios dos produtos devem responder a legislação vigente e ser direcionada ao público alvo.

No caso do cigarro a propaganda deve se destinar a adultos e não a jovens ou crianças.

Mas o que acontece nos pontos de venda? Eles são estrategicamente posicionados na saída das lojas, no caixa de pagamento, e em geral em companhia de revistas infantis e juvenis, além de doces, chocolates e balas.

A Convenção Quadro assinada pelo Brasil, determina em seu artigo número 13:

Sobre a Publicidade, promoção e patrocínio do tabaco:

“1. As Partes reconhecem que uma proibição total da publicidade, da promoção e do patrocínio reduzirá o consumo de produtos de tabaco.

2. Cada Parte, em conformidade com sua Constituição ou seus princípios constitucionais, procederá a proibição total de toda forma de publicidade, promoção e patrocínio do tabaco.”

De maneira, que para aqueles países que assinaram o tratado, isto não fere a liberdade de expressão, muito pelo contrário, apenas ratifica a necessidade de cumprir a legislação.

A Indústria Tabagista Internacional apregoa que tem responsabilidade social e destina sua venda ao público adulto.

Mas não é o que acontece no Casaquistão, por exemplo, onde houve denúncia de exploração de trabalho infantil em fazendas destinadas a plantação de tabaco, como divulgado pela PULMÃO S.A.

Cabem aqui dois questionamentos:

(1). Este ato representa Responsabilidade Social com quem?

(2). Para os países que ratificaram a Convenção Quadro, qual o porquê dos cigarros continuarem a mostra em letreiros muito bem arquitetados e com luzes brilhantes junto a produtos destinados ao público infantil?

Adendo: No Continente Americano nem os Estados Unidos tampouco a Argentina assinaram a Convenção Quadro.

Mito 6: “Os Cigarros Light são mais seguros.”

Realidade: Os cigarros light foram adotados como estratégia da indústria para que os fumantes pensassem que ao reduzirem a quantidade de nicotina seria mais fácil fumar.

A inflexão do verbo aqui no condicional [“seria”] expressa de fato a realidade, pois não há quantidade segura de nicotina.

Nicotina age sobre os receptores cerebrais da acetil colina no cérebro e promove um fenômeno chamado “Up Regulation,” que significa que a molécula de nicotina é capaz de gerar um aumento quantidade e  na qualidade( avidez) dos  receptores, conforme pode ser ilustrado no vídeo sobre a ação da nicotina:


Outra realidade é que ao promover a troca de um cigarro com mais nicotina por um cigarro light, o fumante entrará em síndrome de abstinência mais vezes e mais rápido, levando a um consumo maior de unidades, ou seja, tudo o que a Indústria de tabaco deseja.

Outro fato é que a diminuição de partículas no cigarro light tem promovido um aumento do tipo de câncer de pulmão adenocacinoma (que são localizados na parte periférica do pulmão), em relação ao tipo histológico de células escamosas, que é mais central.

A denominação light, proibida desde 2002 na Europa e em 2010 nos Estados Unidos é justificada por ser essencialmente propaganda enganosa.5

FONTES:

  1. Banco Mundial. A Epidemia do Tabaco: Os Governos e os Aspectos Econômicos do Controle do Tabaco- Washington, 2000
  2. Secretaria Executiva da Comissão Nacional para a Implementar a Convenção Quadro para o Controle do Tabaco- CONICQ – INCA/Ministério da Saúde do Brasil;
  3. Essays in Philosophy A Biannual Journal The Right to Choose: Why Governments Should Compel the Tobacco Industry To Disclose Their Ingredients Vol. 6, No. 2, June 2005;
  4. Action on Smoking and Health. Trade Unions Congress, United kingdom, 2000;
  5. Os 50 mitos do tabaco: 2009, © Rodrigo Córdoba y Encarna Samitier.
  6. Youtube free videos;
  7. PULMAOSA- Sua Atmosfera, Sua Vida! ®
  8. ENGLISH


    The Friday 13th and Smoking’s Myths

The disclosure of these myths and fallacies is adopted as a marketing strategy by the tobacco industry and with the apparent goal of launching a pall over the issue and confuse the population to oppose the measures to prevent and reduce consumption of tobacco.
The PULMAOSA clarifies that no qualities were celebrated in relation to consumption of any product derived from tobacco. And similarly to the myth of Friday, PULMAOSA publishes myths or untruths in relation to smoking:


Myth 1: Tobacco Control will cost jobs:

The tobacco industry holds that if governments restrict tobacco consumption as preaches the Framework Convention – the International Treaty proposed by the World Health Organization (WHO), which regulates tobacco use – there will be massive losses in the number of jobs.
Reality: Data from the World Bank show that the policy of Tobacco Control and the creation of environments 100% smoke-free produce very little or no impact on the number of jobs in the hospitality industry or in bars and restaurants, as spending on cigarettes would be easily replaced by consumption of other products and serviços.1
Myth 2: “The approval of Articles  number 09 and 10 of the Framework Convention for Tobacco Control, which recommends the prohibition and restriction of the use of additives in cigarettes and other similar products, amounts and prohibits the use of tobacco Burley type.”

Reality: In The proposed measure of  Framework Convention’s Articles 09 and 10 there is no mentions prohibit the use of any tobacco type.
Its purpose is to restrict the use of additives in the manufacture of cigarettes and the like, especially those that have the functions of:
• Increase the power of nicotine to cause addiction;
• Increase the attractiveness to adolescents.
Furthermore, it should be noted that during combustion of the cigarette, some additives are transformed into highly toxic substances that cause damage to health, which in itself is justification for limiting its use.
It is, for example the case of sugar, which when burned turns into acetaldehyde. Acetaldehyde is considered a neurotoxin because it causes degeneration of the dendritic cells in brain tissue and to facilitate and enhance the effect of nicotine addiction in the brain. The alcetaldeído also is classified as carcinogenic to humans by WHO’s International Agency for Research on Cancer.
Internal documents from tobacco companies  show that in the 70’s decade, the cigarettes were manufactured almost without any additives and that this technology was developed with the objective to enhance the dependence of products, increase the palatability and attractiveness to facilitate initiation among young .
Finally, we are again witnessing an attempt to stop a measure that will certainly contribute to reducing the consumption of tobacco products and their consequences.
This also happened during the two years of discussion on the ratification of the Framework Convention by Brazil, where the tobacco industry and its affiliates announced to agriculture workers and lawmakers  that if Brazil ratify the Convention, would be forbidden to plant tobacco in Brazil.2 This fact has become more one myth!

Myth 3: “Additives used in cigarettes are safe because they are used in foods.”

Reality: Two important observations need to be considered in relation to the use of additives in tobacco products:
1. The first is that the route of use of most of these products is by inhalation.
2. And the second is that these ingredients undergo a series of changes when subjected to combustion at high temperatures.
Therefore, to be inhaled and absorbed through the lungs, these toxic elements from the combustion of the additives are NOT subjected to any process of “filtering biochemistry” by the purification system of the body, as when the route of entry into the body is through the digestive tract in food intake, or the skin, the use of cosmetics.
Some ingredients become highly toxic when subjected to combustion, as is the case of tobacco.
Therefore, due to the fact that the lungs do not have any purification system, a
chemical that can be safely applied to the skin or ingested, can cause serious damage when inhaled by pulmões.3

Myth 4: “Taxes on cigarettes cover the losses with its use.”

Reality: Smoking is responsible for causing 52 diseases classified in the International Classification of Diseases (ICD) on this, there is no doubt that has an impact on the Treasury of any nation.
The Smoker has a greater number of absences from work-6.16 days per year, compared with non-smokers 3.86 days per year-a difference of 2 dias.4 But smokers also missing because of diseases caused to third parties by passive smoking, as in families, especially children. Added to this, the “abstinence face,” which is caused by the loss of working hours per year for smoking a cigarette in working hours. If we do a simple math, calculating that an average time of five minutes per cigarette, this loss reaches about 10 days per year worked to consuming eight cigarettes into service, significantly impacting enterprises with lost productivity.

Myth 5: “Banning the point of sale disclosure hurts the freedom of expression.”

Reality: It is well known advertising constitutes a strong incentive for the consumption of any product. But the ads of the products should meet current legislation and be directed to the target audience.
In the case of cigarette advertising should be aimed at adults rather than children or young people.
But what happens at points of sale? They are strategically positioned at the exit from the shops, the cash payment, and usually in the company of youth and children’s magazines, sweets, chocolates and candies.

The Framework Convention signed by Brazil, determines in its article number 13:
On advertising, promotion and sponsorship:

“1. The Parties recognize that a total ban on advertising, promotion and sponsorship would reduce the consumption of tobacco products.

2. Each Party shall, in accordance with its constitution or constitutional principles, undertake a complete ban on all forms of advertising, promotion and sponsorship. ”

So that for those countries that signed the treaty, this does not hurt the freedom of expression, rather, only confirms the need to comply.

Industry International proclaim that Smoker has social responsibility and aims to sell its adult audience.
But it is not the case in Kazakhstan, for example, where there was complaint of child labor on farms for the planting of tobacco, as reported by PULMAOSA

Fit here two questions:
(1). This act represents Social Responsibility to whom?
(2). For countries that have ratified the Framework Convention, which why cigarettes continue to show signs of very well architected and bright lights along with products for the child audience?
Addendum: On the American continent nor the United States nor Argentina signed the Framework Convention.

Myth 6: “The Light cigarettes are safer.”

Reality: The light cigarettes were adopted as industry strategy for smokers who thought that by reducing the amount of nicotine would be easier to smoke.
The inflection of the verb in the conditional here [“would”] expresses in fact the reality, because there is no safe amount of nicotine.
Nicotine acts on brain receptors to acetyl choline in the brain and fosters a phenomenon called “Up Regulation” which means the nicotine molecule is capable of generating higher quantity and quality (avidity) of the receptors, as can be illustrated in the video about the nicotine action:



Another reality is that by promoting the exchange of a more nicotine per cigarette with a light cigarette, the smoker will take abstinence syndrome more often and faster, leading to higher consumption of units, ie all that the tobacco industry want.
Another fact is that the decrease of particle light cigarette has promoted an increase in the type of lung cancer adenocacinoma (which are located in the peripheral lung), in relation to histological type, squamous cell, which is more central.
The term light, banned since 2002 in Europe and 2010 in the United States is justified because it is essentially propaganda enganosa.5

SOURCES:

1. World Bank. The Tobacco Epidemic: Governments and Economic Aspects of Tobacco Control, Washington, 2000
2. Executive Secretariat of the National Commission for Implementing the Framework Convention on Tobacco Control-CONICQ – INCA / Ministry of Health of Brazil;
3. Essays in Philosophy A Biannual Journal The Right to Choose: Why Governments Should Compel the Tobacco Industry To Disclose Their Ingredients Vol 6, No. 2, June 2005;
4. Action on Smoking and Health. Trade Unions Congress, United kingdom, 2000;
5.The 50 myths tobacco: 2009, © Rodrigo Córdoba y Encarna Samitier.
6. Youtube Videos Free
7.PULMAOSA-Lungs: Your atmosphere, Your Life! ®


Congresso Americano investiga Companhia de Tabaco por trabalho infantil – US Congress investigates overseas labor data from Tobacco Company

20 de julho de 2010 Comentários desligados

Congresso Americano investiga atuação de companhia de tabaco no exterior

Na última sexta-feira (16 de julho) uma comissão de investigação do Congresso Americano solicitou a Companhia Philip Morris explicações a respeito de denúncias sobre exploração de trabalho infantil, condições de trabalho insalubre e até trabalho forçado em atividades realizadas fora dos Estados Unidos.

A denúncia surgiu a partir de reportagem realizada pelo Jornal The New York Times, sobre relatório da Human Rights Watch que denunciava que a fabricante do Marlboro estava associada a pelo menos 72 casos onde havia exploração de trabalho infantil em plantação de tabaco na Ásia, especificamente no Cazaquistão, conforme já relatado pela PULMAOSA em artigo intitulado “ A independência do Casaquistão ainda não aconteceu.”

A requisição de explicações a companhia foi feita pela Comissão de assuntos associados à Energia e ao Comércio, encarregada desde Janeiro de 2007 a investigar quaisquer alegações de práticas de trabalho abusivas por parte das companhias americanas seja em território nacional ou no exterior, e que já investigou denúncia de trabalho infantil em uma fábrica no exterior de  uma companhia de artigos esportivos.

Estas práticas incluem, por exemplo, trabalho forçado, retenção ilegal de documentos, condições de trabalho insalubres ou inseguras, trabalho ou exploração de mão de obra infantil e esforços realizados pelas empresas a fim de impedir tais atos.

A requisição foi assinada nesta sexta-feira (16 de julho de 2010), pelo deputado republicano pelo estado da Califórnia Henry A. Waxman, e pelo presidente da subcomissão de fiscalização e investigação, Bart Stupak, democrata de Michigan.

A Comissão do Congresso Americano exigiu uma resposta formal até Agosto de 2010.

Fontes:

PULMAOSANews – PULMÃO S.A. – Sua Atmosfera, Sua Vida! ®

The New York Times

ENGLISH

US Congress investigates overseas labor data from Tobacco Company

US Congress Building

(PULMAOSANEWS) Last Friday (July 16) an investigating committee of American Congress called for the Philip Morris Company’s explanations regarding complaints about child labor, unhealthy working conditions and forced to work in activities performed outside the United States.

The complaint arose from a report carried by The New York Times about a report by Human Rights Watch denounced the maker of Marlboro was associated with at least 72 cases where there was child labor in tobacco plantation in Asia, specifically in Kazakhstan, as already reported by PULMAOSA in an article titled   “The Kazakhstan independence has not happened yet.”

The request came from the Commission on issues related to Energy and Commerce, in charge since January 2007 to investigate any allegations of unfair labor practices by American corporations is in the national territory or abroad, and who has investigated the complaint of child labor a plant abroad for sporting goods company.

These practices include, for example, forced labor, illegal withholding of documents, unhealthy working conditions or unsafe labor or exploitation of child labor and efforts by companies to prevent such acts.

The requisition was signed on Friday (July 16, 2010), by the  California State Republican Rep. Henry A. Waxman, and the chairman of the subcommittee on oversight and investigations, Bart Stupak, a Michigan Democrat.
The Congress Committee demanded a formal reply until August 2010.

Sources:

PULMAOSANews – PULMAOSA – Your atmosphere, Your Life! ®

The New York Times


Categorias:Pare de Fumar / Quit, Principal Tags:, , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,
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